terça-feira, 29 de julho de 2014

GUIA REÚNE DADOS SOBRE ABELHAS SEM-FERRÃO NO AMAZONAS.


Guia Ilustrado das Abelhas “Sem-Ferrão” das Reservas Amanã e Mamirauá, Amazonas, Brasil (Hymenoptera, Apidae, Meliponini). 
O Instituto Mamirauá disponibilizou para download o Guia Ilustrado das Abelhas Sem-Ferrão das Reservas Amaná e Mamirauá do Amazonas, Brasil.  Rico em ilustrações, o livro reúne dados científicos e sistematiza o conhecimento dos comunitários, além de ser uma importante referência para identificação das espécies de abelhas.
A obra visa preencher a lacuna no conhecimento da biodiversidade da região. Os autores trazem dados sobre a região onde as abelhas foram coletadas, modo de vida/hábito de nidificação, plantas visitadas, descrição taxonômica, indicação de técnicas de manejo e ampla referência da bibliografia especializada que trata das espécies abordadas.
De acordo com o InsitutoMamirauá, que é uma organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a obra é uma ferramenta detalhada, útil para manejar esses animais e divulgá-los como peças-chave para a conservação ambiental na Amazônia.
Uma das autoras do livro é a pesquisadora Bárbara Richers, do Instituto Mamirauá. Ela acredita que a aplicabilidade da pesquisa está na difusão dos resultados. De acordo com ela, o guia apresenta novas ocorrências de espécies para no estado do Amazonas e para a região do Médio Solimões. 

“A divulgação das informações pode colaborar na atualização dos inventários de espécies de abelhas nativas do país e contribuir ainda com o fluxo de informações científicas e técnicas com interesse de aplicação prática pelos criadores de abelhas nativas sem ferrão”, explica.

Fonte: 



Própolis Vermelha.

Uma substância cobiçada pela indústria farmacêutica do mundo todo transformou a própolis vermelha num produto de alto valor no mercado.

E esse tipo de própolis só existe num lugar aqui no Brasil, no litoral de Alagoas. 

Vamos, então, saber que substância é essa. E visitar uma criação de abelhas no meio do manguezal, um lugar que desperta a atenção e o interesse de negociantes internacionais. 

                                 Primeira parte - Vídeo 1


Segunda parte - Vídeo 2


Reportagem : Globo Rural. 
                                                            

domingo, 20 de julho de 2014

Preconceito ? Desinformação? Tire suas Conclusões...

Do blog : Fort meliponicultura urbana. 


Acho que quem cria ASF já deve ter passado por isso...

-Você cria abelhas?...Muito estranho...
-Você cria abelhas kkkkkkkkk Coisa de doido...
-Tu num tem o que fazer não é?????
Pois é, porque será que as pessoas estranham tanto a meliponicultura?
A pergunta no título já deixa bem claro o assunto, seria o simples preconceito de achar que isso é coisa de bixinha ou de malucos?
Mano, crio a pouco tempo abelhas sem ferrão e já conheci alguns criadores mesmo que seja online e o que tenho a dizer é que a maioria é gente do bem, de boa índole e com um bom conhecimento de vida.
Também temos pessoas que acham que tiramos abelhas da natureza para confina-las, isso é uma mentira, as abelhas cumprem seu papel na natureza normalmente, afinal não colocamos correntes em seus pés e nem coleiras em seus pescoços, elas tem liberdade para escolher o que vão coletar ou não, o que vão atacar ou não(pena quando é a gente kkk), sim existem pessoas que derrubam árvores para coletar uma colônia de abelhas, mas quero deixar bem claro que essa não é o conceito da meliponicultura, além de ser proibido claro.
Existem outras formas de se conseguir abelhas para o seu meliponário, uma delas é com ninhos iscas, outra é resgatando troncos velhos que tenham abelhas no seu interior e o mais importante comprar de meliponários conhecidos, que fazem multiplicação racional dessas espécies e dão garantia de não coleta.

Então cheguei a uma simples conclusão.A desinformação é o maior inimigo da meliponicultura ainda mais que os forídeos, caso as pessoas fossem educadas desde novas a respeitar a natureza com certeza o quadro seria diferente, a população não entende a importância desses frágeis seres na vida delas, mal sabem elas que caso elas desaparecerem estaremos condenados.

A própria desinformação gera o preconceito...

Sabe aquela maçã que você comeu ontem?
Pois é, talvez uma abelha polinizou a flor para que ela viesse a se tornar uma maçã.
E aquela manga bem docinha?
Quem sabe a Jandaíra não estava lá polizando ela, para você poder degusta-la.


As abelhas merecem respeito tanto quanto o agricultor...
"A riqueza é algo bom, mas caso não se tenha honra e dignidade ela se tornará algo amargo"

















Att Reryson Colares

O que esta matando nossas abelhas - Documentario 2013

Bill Turnbull investiga um dos maiores mistérios rurais britânicos: o que está matando nossas abelhas. É uma questão que gera enorme controvérsia. As mudanças no clima, pesticidas e até mesmo um vírus letal tem sido responsabilizados. É uma questão com a qual Bill já está bem familiarizado por ser, ele próprio, um apicultor. Ele se encontra com cientistas que estão pondo pequenos transpondes de rádio nas abelhas em busca de respostas.

Altere as Legenda e vídeo HD nos botões do youtube -  Tradução: VitDoc




Estranha No Ninho.

Rainha forasteira invade colmeia órfã e assume o comando das operárias.

© DENISE DE ARAÚJO ALVES/USP-RIBEIRÃO PRETO
A abelha rainha, marcada com etiqueta: eleita pelas irmãs para receber dieta especial e ser a procriadora do grupo
A abelha rainha, marcada com etiqueta: eleita pelas irmãs para receber dieta especial e ser a procriadora do grupo
As abelhas da espécie Melipona scutellaris, comuns na região Nordeste do Brasil, são conhecidas por não ferroarem (têm um ferrão atrofiado), por produzirem mel em abundância e por gerarem muitas rainhas numa mesma colônia. Apenas uma, no entanto, é escolhida para comandar a colmeia. Às outras, quando não são mortas pelas operárias, resta respeitar a linha sucessória e aguardar pacientemente a morte da soberana original. Ou, se derem sorte, abandonar a casa de origem e formar novas colônias com parte das operárias-irmãs. Até pouco tempo atrás essas eram as únicas formas conhecidas pelas quais as abelhas aspirantes ao papel de rainha – os biólogos as chamam de rainhas virgens – podiam ascender ao poder. Agora se sabe que esse repertório é maior.
Estudos realizados pela bióloga Denise de Araujo Alves e seus colaboradores revelam que as abelhas Melipona scutellaris, mais conhecidas como uruçu-nordestina, podem adotar um terceiro e mais arriscado caminho para chegar ao topo da hierarquia social. Em muitas situações, as rainhas virgens escapam de serem mortas pelas operárias e abandonam seus próprios ninhos. Durante a fuga, elas conseguem identificar e invadir colmeias que se tornaram órfãs com a morte da soberana original, mãe das demais abelhas da colônia. Com essa estratégia furtiva, abelhas sem um reino próprio agem como parasitas sociais: conseguem se impor às operárias que não são suas parentes e se beneficiam do trabalho delas. “É a luta pela sobrevivência”, conta Denise, pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto.
Os trabalhos de Denise indicam ainda que as invasões têm hora marcada. Acontecem ao cair da tarde, quando é quase noite e as operárias que fazem a guarda dos ninhos estão menos alertas. “Parece ser uma ação calculada”, completa a bióloga.
A hipótese da ocupação de colônias por rainhas invasoras foi sugerida pela primeira vez em 2003 pelo pesquisador holandês Marinus Sommeijer. Trabalhando com abelhasMelipona favosa na Costa Rica e em Trinidad e Tobago, Sommeijer e sua equipe notaram que algumas colônias pareciam ter sido invadidas por forasteiras. Mas suas observações não permitiam confirmar a suspeita. Em 2008, durante seu doutorado, Denise e seus colaboradores decidiram retomar o problema e acompanharam duas populações de Melipona scutellaris – uma mantida no Laboratório de Abelhas do Instituto de Biociências da USP, em São Paulo, e outra na fazenda Aretuzina, em São Simão, no interior do estado, de propriedade de Paulo Nogueira-Neto, um dos pioneiros nas pesquisas com abelhas sem ferrão. Nessas duas populações, a pesquisadora coletou pupas de operárias de 23 ninhos em dois momentos: antes e depois da substituição das rainhas-mãe. Ao comparar as características genéticas da prole de cada colônia, os pesquisadores esperavam descobrir se a rainha morta havia sido substituída por outra rainha da própria colônia ou por uma invasora.
Na Universidade de Leuven, na Bélgica, em parceria com o biólogo Tom Wenseleers, Denise analisou o parentesco das pupas com uso de marcadores genéticos e verificou que os 23 ninhos haviam passado por 24 trocas de rainhas. Em seis casos (25% do total), o comando da colmeia havia sido conquistado por uma rainha invasora – essas abelhas são chamadas de parasitas sociais porque seus descendentes recebem os cuidados de operárias com as quais não têm parentesco genético.
“A invasão permite agora entender por que em algumas espécies é comum encontrar tantas rainhas num mesmo ninho”, explica a bióloga Vera Lúcia Imperatriz Fonseca, uma das mais respeitadas estudiosas de abelhas no país e orientadora de Denise no doutorado. Segundo Denise, a presença de várias rainhas numa mesma colônia era entendida como uma espécie de reserva para a eventual morte da soberana original ou para a fundação de um ninho-filho. “Mostramos que, caso escapem de serem mortas em suas colônias natais, algumas rainhas saem delas, acasalam com machos nas proximidades do ninho e penetram, já fecundadas, em colônias órfãs da população”, diz a bióloga. Uma vez instaladas nas novas colônias, essas rainhas iniciam a postura de ovos e se aproveitam do trabalho de operárias não aparentadas para manter sua prole.
Ao anoitecer
Depois de comprovar a existência de rainhas invasoras, Denise começou a investigar a razão do sucesso das forasteiras. Em outro trabalho feito em parceria com o grupo de Leuven, os pesquisadores brasileiros acompanharam por dois meses o cotidiano de oito colônias de Melipona scutellaris no Laboratório de Comportamento e Ecologia de Insetos Sociais da USP em Ribeirão Preto, coordenado por Fábio Nascimento. Entre fevereiro e março de 2012, a equipe identificou 520 rainhas virgens e marcou cada uma com um minúsculo chip no tórax. Um leitor instalado na entrada de cada colônia registrava a passagem dessas abelhas – tanto as do próprio ninho quanto as invasoras.
© DENISE DE ARAÚJO ALVES/USP-RIBEIRÃO PRETO
Chip permitiu rastrear rainhas virgens que ocuparam ninhos vagos após a morte da rainha original
Chip permitiu rastrear rainhas virgens que ocuparam ninhos vagos após a morte da rainha original
Nos 40 dias em que acompanharam a movimentação das rainhas, os pesquisadores identificaram o trânsito de oito rainhas, das quais três eram parasitas sociais. De acordo com os dados, apresentados na edição de setembro daAnimal Behaviour, as invasões aconteceram sempre ao cair da tarde ou no começo da noite, entre as 17 e as 20 horas. “Durante o dia há uma movimentação intensa de entrada de pólen e néctar na colmeia e muitas operárias ficam alertas, tomando conta das entradas das colônias para evitar furtos dos seus estoques de alimento”, conta Denise. “É difícil furar esse bloqueio.” Já no final da tarde, quando a busca por comida diminui e a luminosidade é mais baixa, essa vigilância fica reduzida e as rainhas parasitas aproveitam esses descuidos. Denise suspeita que as rainhas invasoras identifiquem as colônias órfãs guiando-se por pistas químicas. “Nossos dados mostraram que as rainhas entram nos ninhos no fim da tarde e que só invadem os ninhos órfãos”, conta.
Além das implicações evolutivas desse fenômeno, as invasões de colmeias pode influenciar o trabalho dos criadores de abelhas, que normalmente selecionam e dividem os ninhos levando em conta a capacidade de produção de mel de uma colônia. “Com o parasitismo, outra linhagem genética toma conta da colônia e a eficiência de produção pode mudar com o nascimento de operárias filhas da rainha invasora”, alerta Denise. Do ponto de vista ecológico, a ocupação do ninho alheio representa um mecanismo eficiente de dispersar seus genes. “Dessa maneira, a variabilidade genética de uma população pode ser alterada porque o parasitismo social pode aumentar o fluxo gênico entre populações.”
Para Vera Fonseca, o que Denise observou nas colmeias de Melipona scutellaris pode ser um fenômeno mais geral, que ocorre com outras espécies do gênero Melipona e com abelhas com ferrão. “Com as mudanças climáticas, as Melipona scutellarisprovavelmente irão buscar ambientes a que se adaptem melhor”, diz Vera, que é professora na USP em São Paulo. “Caso seja necessário fazer o deslocamento assistido dessa espécie, é relevante conhecer como essas abelhas estruturam geneticamente a sua população.”
Como próximo passo, Denise planeja usar os chips e os detectores para estudar a dinâmica de espécies que produzem poucas rainhas. “Queremos verificar se esse comportamento invasivo também ocorre em outras espécies que não pertençam ao gênero Melipona”, diz.
Projetos
1. Parasitismo social intraespecífico como estratégia reprodutiva em abelhas sem ferrão (Apidae, Meliponini) (2010/19717-4); Modalidade bolsa de pós-doutorado; Coord.Denise de Araujo Alves/USP-RP; Investimento R$ 237.463,20 (FAPESP).
2. Mediação comportamental, sinalização química e aspectos fisiológicos reguladores da organização social em himenópteros (2010/10027-5); Modalidade Jovem Pesquisador; Coord. Fábio Santos do Nascimento/USP-RP; Investimento R$ 260.000,00 (FAPESP).
Artigos científicos
VAN OYSTAEYEN, A. et alSneaky queens in Melipona bees selectively detect and infiltrate queenless coloniesAnimal Behaviour. v. 86, n.3, p. 603-9. Set. 2013.
WENSELEERS, T. et alIntraspecific queen parasitism in a highly eusocial bee.Biology Letters. v. 7, p. 173-6. 2010.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Escritor Mário Tessari é homenageado

Mario Tessari recebe homenagem na academia de letras. para o mesmo foi uma surpresa mas para nos que o conhecemos e também as sua obras não foi nenhuma surpresa, visto a capacidade de observação que o mesmo tem sobre as abelhas sem ferrão.
Nós do Meliponario Aracruz agradecemos aos livros escrito pelo Mario sobre nossas abelhas.


Abaixo o link para o vídeo da matéria.

https://www.youtube.com/watch?v=sa36vd2kK4k

                                                             

domingo, 13 de julho de 2014

Meliponário Aracruz: Sustentabilidade - Bomba pistão / bomba pneumática movidas pelo vento para poço profundo.

Meliponário Aracruz: Sustentabilidade - Bomba pistão / bomba pneumática movidas pelo vento para poço profundo.

Sustentabilidade - Bomba pistão / bomba pneumática movidas pelo vento para poço profundo.


Ola amigos estou postando estes videos com a intenção de mostra como e possível retirar água de um poço profundo utilizando apenas a energia eólica.
Como tenho um poço e pretendo a curto prazo desenvolver este projeto que ira retirar constantemente água de meu poço e molhar minhas plantas e matar a sede de minhas abelhas.

A minha sugestão é para estes dois videos que achei bastante interessante e de Fácil Montagem:

- O Primeiro e de nosso amigo Daniel Dias Ferreira de Minas Gerais que conseguiu unir uma bomba Pistão com um Catavento tradicional e sendo possível assim a retira de água de um Poço profundo com Energia eólica e jogar uma altura considerável para armazenamento e para depois fazer uso.

Vejam os videos abaixo:

Bomba Simples manuais:  Vídeo 1

                                                             


 Bomba d'água Manual Poço profundo: vídeo 2

                                                                               


Cata-vento com bomba Pistão Poço profundo.               vídeo 3                                        




Neste Outro Projeto o americano Sikker Rosendal utilizou um Projeto bem mais elaborado e com um proposito idêntico ao primeiro projeto do nosso amigo Daniel dias. 

Foram utilizados um barril de plastico de 200 litros e uma bicicleta velha e algumas peças que  fizerem uma combinação Perfeita. 

Neste Caso e Possível ter o Passo a Passo de todo o projeto sendo assim Fácil de Construir o Seu Próprio Catavento Combinado com uma bomba Pneumática ou usando uma bomba pistão do Daniel.
                                     

Vídeo 1   

     


Segue o link para o projeto:

All 3D CAD models available at the following site:
https://grabcad.com/library/yggdrasil...

All 2D drawings can be found on this blog:
http://mechanicalmage.blogspot.de/

Files available at:
https://www.dropbox.com/sh/3xbt5thtq4.


Abraços a todos.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Mandaçaia - Alimentação externa

Ola Amigos um vídeo de alimentação externa de abelhas sem ferrão mandaçaia, mel puro. O modelo da caixa e do nosso amigo Eurico Novy de Sabará MG.