domingo, 30 de junho de 2013

Caixa Isopor - Medidas internas e externas.

Ola amigos meliponicultores que gostariam de estar experimentando o novo modelo de caixa para ASF feita de isopor, pois bem estarei postando logo abaixo as medidas para a CAIXA ISOPOR CAPIXABA.
Sera de grande ajuda se conseguir o máximo de meliponicultores testando as caixas e com varias especies diferentes.
Sei da dificuldade que muitos terão para conseguir uma empresa que faça o corte das peças, por este motivo se houver interesse no site do mercado livre tem uma maquina de corte de isopor caseira que pode corta as peças.

Na empresa abaixo já estão cadastrada as medidas de 3 tipos de caixa, e pelo código e possível você fazer seu pedido.

Empresa que faz o corte - MUNDO DO ISOPOR - http://www.mundodoisopor.com.br/


* Caixa para jatai medidas.
Código 001951 - Diâmetro 200    Interno( oco) 100      Altura = 5 cm ( 3 peças )
Código 001915 - Tampa Aro Abelha  30mm ( duas peças )

*  Caixa para mandaçaia medidas:
Código 001965 - Diâmetro 250    Interno( oco) 150      Altura = 10 cm ( 2 peças )
Código 001953 - Diâmetro 250   Interno( oco) 150      Altura = 7 cm  ( 2 peças )
Código 001915 - Tampa Aro Abelha  30mm ( 02 peças )

* Caixa para Urucu Amarela medidas.
 Código 001953 - Diâmetro 300   Interno( oco) 200      Altura = 10 cm ( 04 peças )
  tampa urucu com mesmo diametro ( 2 peças )

Boa semana

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Labirinto caça forídeos


Doce mensagem

Quando eu ainda era bem criança, fui ajudar meu Pai "furar", uma "abeiera", ele disse que era um guaraípo. Com algumas varas cortadas ali perto, construímos um andaime, abrimos uma janela no tronco daquela velha caneleira, extraímos o enxame e o colocamos em uma caixinha. Alguns dias depois, voltamos para buscar as abelhas. A caixa estava cheia, mas de larvas de forídeos. O velho disse: o enxame morreu e virou uma bicheira.

Nós não sabíamos nada sobre essa praga, que até hoje, 60 e alguns anos depois, continua me incomodando. A única maneira de combater esses pequenos mas danosos intrusos tem sido as armadilhas com vinagre, colocada no entorno e dentro dos caixotes, mas não esta dando muito certo, parece-me que atrai as mosquinhas para dentro do ninho e elas evitam as armadilhas, colocam seus ovos nos potes de alimentos, favos de cria e escutelo. Nascem as larvas, se desenvolvem rapidamente, e em 48 horas detonam o ninho todo.

Os obstáculos nos ajudam a encontrar as soluções que eliminam ou amenizam os nossos problemas. Construí um "LABIRINTO CAÇA FORÍDEOS" bastante eficaz e fácil de fazer. Com alguns pedacinhos de ripa, outros de Eucatex, pregos, parafusos, tubinhos de filmes, canudinhos de sugar refrigerante e vinagre de maça (foto). Adaptando esse dispositivo no portal de ingresso, ele engana as mosquinhas, que antes do acesso ao túnel de entrada, são atraídas pelo odor do vinagre e entram no recipiente, não conseguem voltar e morrem afogadas.

Especificações:

Dispositivo para ser adaptado a uma caixa padrão, modelo INPA.

Dimensões da caixinha: 24x10x06 centímetros.

01. entrada.

02. falsa entrada.

03. espaços com recipientes para vinagre 06x04 centímetros.

04. entrada para o ninho.

05. corredor que liga o orifício de entrada (01) a abertura (04) que da acesso ao ninho 19x06x01 centímetro.

06. espaço vazio 03x09 centímetro.

07. Espessura da madeira: 01 centímetro.

08. parafuso para fixar na colmeia, o outro fica atrás de um dos recipientes para o vinagre. 

domingo, 23 de junho de 2013

Isca jatai - Bambu

Isca jataí – Bambu

Já a algum tempo venho amadurecendo uma idéia que surgiu em um encontro que aconteceu aqui em meu estado com alguns meliponicultores e na qual seria a utilização de bambu para criar uma isca natural e bem mais próxima da realidade das abelhas ao invés de fazer com garrafas pet´s, apesar da eficiência da mesma em captura de jataí. Mas a isca de bambu tem uma vantagem que acho importantíssima sobre a pet que e o reaproveitamento da mesma para outra captura já que os feromonio da jataí retirada estarão impregnados no bambu.
Esta semana participando de uma quermesse aqui no bairro, percebi que tinha alguns bambu enfeitando a entrada e a lateral da festa, então que me retornou a idéia de fazer a isca de bambu.
Então sem `` enterrasse `` aparente perguntei ao padre se poderia pegar os bambus após terminar a festa, e o mesmo me disse que seria um favor.

Com os bambus em mãos parti para o trabalho braçal e pude ter alguns progressos, postei algumas fotos.
































No site abaixo encontrei esta materia .
http://www.apacame.org.br/mensagemdoce/53/experiencia2.htm

Isca  “Bambu-com-Vida”
 
José Luciano Panigassi, 27 anos. Natural de Pedreira –SP, engenheiro agrônomo e meliponicultor.
Fone.:  (019) 893.1857 Fax.:   (019) 893.1575  E-mail: Panigassi@netpedreira.com.br
    Com o desmatamento das florestas, as abelhas indígenas sem ferrão, que constroem ninhos principalmente em ocos de árvores; numa linguagem bem simples: "não estão tendo mais lugares na mata pra morar !". Com esse problema algumas espécies estão sendo obrigadas a se adaptarem às cidades.
     As pequenas parcelas de mata nativa, localizadas apenas nos topos dos morros, possuem poucas árvores de grande porte, as quais oferecem ocos de maior diâmetro para as abelhas fundarem suas colônias.
     Meu objetivo é manter a diversidade biológica nas matas e o da captura de meliponíneos sem a destruição de árvores, aumentando assim a população das abelhas indígenas sem ferrão, por isso desenvolvi uma isca muito simples, a um custo baixo, necessitando apenas de bambu, um pouco de tinta acrílica, arame, machado ou serrote e, combustível para a coleta.
     A isca para abrigar as colônias de abelhas indígenas sem ferrão, foi batizada por mim de "Bambu – com –Vida", que pode ter dois sentidos:
     - O convite do bambu para abrigar suas amigas; as abelhas indígenas sem ferrão;
     - O bambu no seu espaço interior, com a vida organizada das abelhas indígenas sem ferrão.
     A isca consiste em utilizar de preferência o bambu gigante (Dendrocálamus giganteus), por apresentar um oco com diâmetro maior, porém pode-se também utilizar outras espécies:
     Primeiramente corta-se o bambu maduro em pedaços com 2 ou 3m de comprimento, para evitar rachaduras e facilitar o transporte.
     Em seguida é preciso deixá-lo secar a sombra (em posição vertical), após verificar que o mesmo se encontra seco, deve-se cortá-lo com serrote mantendo 1 nó em cada extremidade. É claro que terão pedaços que ficarão sem nó, más poderão ser utilizados colando-se 1 tábua quadrada nas 2 extremidades.
 
 
Desenho1     Na parte superior do colmo (pedaço do bambu) acima do nó, deve-se fazer 2 furos para a passagem do arame a fim de ser pendurado em uma árvore. De preferência utilizar arame grosso e passar graxa para evitar a entrada de formigas.     Já na parte inferior do mesmo ( 2 cm acima do nó ), será feito o orifício de entrada das abelhas, com furadeira ou um ferro quente, o diâmetro vai depender da espécie de abelha indígena sem ferrão que se deseja capturar.
     Ex.: para a Jataí (Tetragonisca angustula), Mirim (Plebeia sp), Iraí (Nannotrigona testaceicornis) ou seja meliponíneos de porte físico pequeno, fazer um furo de 1 cm de diâmetro.
     Para abelhas de maior porte físico, como Mandaçaia (Melipona quadrifasciata),Uruçu- amarela (Melipona rufiventris ), Mandaguarí (Scaptotrigona postica) entre outras, fazer um furo de 1,5 a 2 cm de diâmetro.
 

Desenho 2Um artifício que facilita muito a atração das abelhas indígenas sem ferrão, é diluir o própolis ou o cerume em álcool de cereais ou comum e, passar essa mistura ao redor do orifício do bambu e, derramar um pouco em seu interior, para que exale o cheiro característico da colônia. O Eng.º Agr.º Jean Louis Jullien, grande criador de Jataí, costuma passar o própolis puro das mesmas, ao redor do orifício de entrada de suas caixas iscas, atraindo as abelhas e evitando a aproximação das formigas, já que o mesmo é grudento. Obs.: Se desejar capturar colônias de abelhas Jataí, então deve-se utilizar a mistura de própolis ou cerume da mesma espécie. A isca "Bambu-com-Vida" deverá ser mantida na posição vertical para imitar o oco de uma árvore. Devemos protegê-la da chuva através de pintura com tinta acrílica ( verde claro, marrom claro ou cinza claro), para imitar a cor dos troncos na natureza, fazer apenas uma marca com tinta branca para facilitar a procura do mesmo na mata. 

Desenho 3    Para impedir que a água da chuva se armazene na parte superior a forma mais barata de proteção é a utilização de um saco plástico, ou garrafa plástica de refrigerante de 2 l., (quando o bambu for de diâmetro menor).     É muito importante que se faça revisões nas iscas para a retirada de formigas, aranhas e outros insetos, que impeçam a nidificação dos meliponíneos.
     Um fato interessante que aconteceu comigo em (17/05/1998) quando fui à fazenda de um amigo a fim de buscar alguns colmos de bambu para fazer isca, com tantos para escolher, cortei justamente (sem saber) um que já abrigava um ninho das simpáticas Mirim (Plebeia sp) 
 
 

    Peço a todos os criadores e pesquisadores que utilizem esse método, até mesmo em projetos científicos, como a colocação das iscas em diferentes alturas e cores, para estudo das preferências dos meliponíneos e, como forma de criar locais de nidificação e sobrevivência, das nossas adoráveis abelhas indígenas sem ferrão. 

sábado, 22 de junho de 2013

Receitas MEL- dicinais.

Sábado, 22 de Junho de 2013

O mel é um alimento completo:possui poder antioxidante, que combate a acção dos radicais livres responsávies por imensas doenças, combate á acção de bactérias e fungos, prevenindo infecções e acelerando a cicatrização de ferimentos, aumenta a resistência física e garante energia ao corpo, melhora o funcionamento do intestino e acalma problemas respiratórios em geral.


Acne- Em um recipiente, macere 2 folhas frescas de louro com 1 colher sopa de mel e coloque sobre as espinhas. Deixe por 10 minutos e lave o rosto com água morna.

Afonia- Ferva 1 chávena de chá de folhas de agrião e 1 chávena de chá de água por 5 minutos. Coe e misture 2 colheres de sopa de mal . Tome 2 colheres de sopa 3 vezes ao dia .

Insônia- Amorne 2 colheres de sopa de mel e tome 30 minutos antes de dormir.

Dores de estômago - Misture 1 colher de sopa de mel com 1 copo de 250ml de água filtrada e tome em seguida. Repita a cada 12 horas.

Enxaqueca-Ferva 1 litro de água com 1 colher sopa de folhas e raízes de erva -cidreira.
Espere amornar, coe e adicione 1 chávena de mel. Beba 1 chávena de chá 3 vezes ao dia.

Afta- Triture 1 colher de sopa de sementes de marmelo secas e misture 1 colher de sopa  de mel,
Aplique a pasta no local e deixe agir por 5 minutos. Tepita 3 vezes ao dia.

Impingem (doença de pele)- Amorne 1 colher de sopa de mel, coloque sobre o local afectado e deixe agir por 20 minutos. Faça isso 2 vezes ao dia.

Terçolho- Misture bem 1 copo de 250ml de água morna filtrada cm 2 colheres de sopa de mel
e lave os olhos com essa solução 2 vezes ao dia.

Bronquite e asma- Bata no liquidificador, 1 ramo se agrião , o sumo puro de 2 laranjas , 1/2 cenoura picada, 1 chávena de chá de água filtrada e 3 colheres de sopa de mel. Beba em seguida.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Meliponicultura no BRASIL - Pesquisa




Com o objetivo de subsidiar a otimização da meliponicultura no Brasil, propõe-se a realização de um diagnóstico aprofundado da meliponicultura brasileira. Para tanto, será utilizada a aplicação de um questionário a criadores das diferentes regiões do país. O questionário aqui proposto foi elaborado em parceria com pesquisadores e meliponicultores experientes na criação de abelhas sem ferrão. As perguntas do questionário foram cuidadosamente escolhidas para coletar os dados mais importantes, que permitam relacionar práticas de manejo com produtividade, e também fazer um monitoramento da meliponicultura a longo prazo.
O questionário têm dois formatos: em papel e online. O questionário em papel pode ser utilizado em campo por pesquisadores ou técnicos, para coletar dados durante entrevistas feitas aos meliponicultores. Uma vez coletados, os dados podem ser preenchidos pelos mesmos pesquisadores ou técnicos no questionário online. Meliponicultores com acesso à internet podem preencher diretamente o questionário online, sem pesquisadores ou técnicos de intermediários. Uma tabela com todos os dados coletados no Brasil será disponibilizada online. Informações como nomes dos meliponicultores e respectivos locais dos meliponários não serão divulgados, mantendo assim sua privacidade. Esta tabela formará uma base de dados pública, para que qualquer pessoa interessada possa acessar os dados e utiliza-los para palestras, relatórios, publicações, etc.

Escolha o tipo de questionário que melhor se adequará às suas necessidades
Baixar Questionário
(papel)
Preencher Questionário
(on-line)
Pressione sobre as figuras para acessar o formato escolhido
Dúvidas, perguntas, críticas e sugestões podem ser enviadas para r.jaffe@ib.usp.br

Paulo Nogueira Neto

Visão de Paulo nogueira neto : Meliponicultura














Iniciativa Positiva

4 junho 2013

Encontro entre criadores de abelhas sem ferrão foi realizado.

Um encontro entre criadores de abelhas sem ferrão foi realizado nesta manhã. O evento foi organizado pela Amurel e teve apoio da Assembleia Legislativa do Estado, com o objetivo de criar leis que permitam melhorias na categoria dos meliponicultores.

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