domingo, 27 de abril de 2014

Dica do dia : 4 motivos para você comer abacate.

O abacate combate às gordurinhas extras da barriga.

abacate

Exterminador de gordura: o abacate é rico em gordura e, consequentemente, tem muitas calorias (160 em 100 gramas). Por isso nem pense em exagerar. Você deve, sim, incluí-lo no cardápio com frequência e em doses moderadas, sozinho ou em receitas leves. Esse é o segredo para ajudar a secar a barriga - poder que vem (adivinha!) da gordura, segundo estudo da faculdade de medicina da Universidade Harvard. Formada basicamente de ácido oleico (a mesma substância anti-inflamatória do azeite de oliva), a gordura do abacate reduz o risco de síndrome metabólica - desordem no metabolismo capaz de desencadear diabetes e ganho de peso.

Redutor de cortisol: outro componente da fruta que favorece o emagrecimento é a glutationa. "Essa substância, presente naturalmente no organismo, é reforçada pelo o abacate. Resultado: maior controle nos níveis de cortisol, o hormônio do stress que, em excesso no organismo, dificulta a perda de peso", explica Daniela Jobst, nutricionista da Nutrijobst, em São Paulo. Pior: faz você acumular gordura especialmente na barriga. A glutationa ainda tem ação detox - ou seja, contribui com o fígado na eliminação das toxinas.

Bloqueador de inflamação: mais uma substância do fruto do abacateiro, o beta-sitosterol age como um anti-inflamatório, fazendo com que as células do organismo exerçam melhor suas funções. Isso não só facilita a dieta como diminui o aparecimento de rugas precoces e celulite. A pele também fica mais bonita porque o abacate tem substâncias antioxidantes como as vitaminas A, C e E.

Inibidor de apetite: a gordura da fruta ainda aumenta a sensação de saciedade e adia a fome. Para obter esse efeito (lembre-se!), basta uma porção moderada - uma fatia fina na salada, por exemplo. Quando você acrescenta o abacate na refeição tem mais uma vantagem: aumenta a absorção do licopeno, famoso antioxidante presente principalmente no tomate. E quanto mais suprir seu organismo dessas substâncias, mais fácil aparece o resultado da dieta - e mais chapada fica a barriga!

Muito comum no Japão, este xarope é maravilhoso.

Muito comum no Japão, este xarope é maravilhoso.
Ele trata com amplo sucesso gripe, resfriado e dor de garganta.
E pode ser usado por crianças, adultos e idosos.
Existem apenas três ingredientes na receita: limão, gengibre e mel.
Todos eles têm ação expectorante e atuam como antibióticos naturais.
Outra vantagem deste remédio caseiro é o custo muito baixo e o fato de os ingredientes serem fáceis de encontrar.
Veja como fazer o xarope:
INGREDIENTES
1 limão cortado em rodelas
1 pedaço de gengibre ralado ou em rodelas
Mel puro
MODO DE PREPARO
Em um pote de vidro esterilizado, coloque as rodelas de limão e o gengibre ralado ou em rodelas e acrescente o mel numa quantidade suficiente para cobrir os outros ingredientes.
Tampe e deixe em local seco e longe da luz.
Espere sete dias para começar a usar o xarope.
Se quiser, pode armazená-lo na geladeira.
Neste caso, o xarope vai ficar mais grosso, parecido com uma geleia.
Tome até 6 colheres (chá) por dia.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Pagamento por Serviços Ambientais - (PSA)

“Queremos inverter a visão de que cortar e vender dá dinheiro para a visão de que conservar dá dinheiro.” Carlos Minc – Ministro do Meio Ambiente.

Você já parou para pensar quanto vale uma floresta em pé?  Até bem pouco tempo atrás eram levados em consideração nesta conta apenas os valores referentes à exploração dos bens florestais presentes em um determinado local, como a madeira que pode ser extraída e vendida, os insumos florestais e a utilização da área em atividades agropecuárias ou comerciais. Porém, uma nova abordagem vem ganhando cada vez mais espaço nas agendas de governos de diversos países: a de que devemos pagar, também, pelos chamados “serviços ambientais”.
Sob a perspectiva dessa nova abordagem, uma floresta em pé é muito mais do que madeira para ser extraída e vendida. Ela é também a fonte do oxigênio que respiramos, sumidouro de gás carbônico, protetora do solo e das águas, e mantenedora da diversidade biológica, fundamental à manutenção de um ecossistema equilibrado. Todos estes “serviços” prestados pela floresta então, deveriam ser levados em consideração pelos proprietários de terras antes de optarem pela derrubada de áreas de floresta para dar espaço às atividades comerciais, teoricamente, mais rentáveis. Mas, para isso, é necessário transformar a preservação dessas áreas em algo financeiramente mais atrativo do que sua exploração. É aí que entram os Pagamentos por Serviços Ambientais, ou PSA.
Para que seja possível remunerar proprietários de terras pela conservação ambiental é necessário que se busquem recursos. E aí vem a pergunta: quem irá pagar por estes serviços? Todos nós que usufruímos deles, é claro. No Brasil os recursos são gerados em parte pela cobrança pelo uso da água onde as verbas arrecadadas são destinadas para projetos que visem à proteção de bacias hidrográficas. Em alguns Estados, parte do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) é destinada a projetos de conservação ambiental, é o chamado ICMS Ecológico. Existem projetos de lei que também visam aplicar parte do Imposto de Renda em projetos ambientais. Além de Fundos específicos como o Fundo Amazônia, o Fundo de Recursos Hídricos e o Fundo Clima, que ainda está em fase de aprovação e prevê a geração de R$900 milhões de reais por ano para o combate à desertificação na região nordeste(Fonte: Agência Brasil).
Especialistas encaram o pagamento por serviços ambientais como uma forma eficiente de incentivar a preservação ambiental uma vez que concilia atividades de preservação com geração de renda principalmente no meio rural onde, geralmente, a manutenção de áreas preservadas é encarada como prejuízo pelos produtores que têm sua área produtiva diminuída pelas áreas de reserva legal e de preservação permanente. A ONU (Organização das Nações Unidas), por meio da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) publicou um relatório, em 2008, onde defende o PSA como principal maneira de evitar a pressão da agricultura, que tende a aumentar cada vez mais, sobre as áreas de florestas.
Por outro lado, há aqueles que defendem que não se deve pagar por algo que é uma obrigação de todos prevista em lei: preservar o meio ambiente. Estes ainda argumentam que há um enorme risco em se remunerar os proprietários para que realizem a preservação de florestas na Amazônia, por exemplo, onde há uma grande quantidade de grileiros e madeireiros. Quem garante que eles realmente deixarão de destruir a floresta como tem feito até então apenas por receber por isso?
Outro ponto polêmico do PSA é sobre quem deve receber os recursos.
Há quem defenda o PSA apenas para produtores que mantiverem intactas suas áreas de florestas, ou seja, que estejam de acordo com a legislação. Porém, dessa forma, ficariam de fora do PSA produtores que poderiam realizar projetos de recuperação de áreas e de reflorestamento, o que, segundo o Diretor-executivo do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), Humberto Ditt, tornaria praticamente nula a realização desse tipo de projeto em locais como o Estado de São Paulo, por exemplo, onde restam apenas 8% da cobertura florestal original.

Na prática

As primeiras iniciativas neste sentido surgiram na década de 90 na Costa Rica que criou um sistema de taxação do combustível para, com os recursos arrecadados, remunerar proprietários de terras preservadas. Junto com a Costa Rica, apenas México e Equador possuem políticas públicas consolidadas de PSA, mas existem iniciativas neste sentido no mundo todo do Japão aos EUA.
Por aqui a idéia ainda é nova, mas já vem gerando frutos. O Programa Produtor de Água da Agência Nacional de Águas (ANA) já remunera proprietários de terras que preservam suas propriedades nas bacias hidrográficas do Rio Guandu, no Rio de Janeiro, no sul de Minas Gerais, na bacia do Rio Jaguari que abastece o Sistema Cantareira, nas Microbacias do Rio Moinho e do Rio Cancã, em Joanópolis (SP) e Nazaré Paulista (SP), na Bacia do Ribeirão Piripau no Distrito Federal e no Espírito Santo, na bacia do Rio Benevente.
Neste último projeto, que tem previsão de expansão para todo o Estado, já são realizados pagamentos no valor de R$36.966,10 por ano para 13 proprietários que respondem por uma área de 272,21 hectares preservados. Os recursos para o PSA, neste caso, vêm em parte de royalties do petróleo e gás natural (3% dos royalties) e de 100% da compensação ambiental de empreendimentos hidrelétricos que são repassados ao Estado (Fonte: Ecodebate).
Também está sendo lançado em Belo Horizonte (MG) um projeto de PSA Urbano que visa remunerar os catadores de materiais recicláveis com base na quantidade de gás carbônico que deixará de ser emitida para a atmosfera pela reciclagem dos resíduos coletados por eles.
Os Pagamentos por Serviços Ambientais também podem incluir modalidades como a comercialização de créditos de carbono, o ICMS Ecológico, o Imposto de Renda Ecológico (ainda em fase de criação), a Compensação Ambiental, Reposição Florestal, a isenção de impostos para Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) e o Programa de Desenvolvimento Socioambiental da Produção Familiar (Proambiente), criado em 2000, e que premia produtores rurais que adotam práticas sustentáveis em suas fazenda com um terço de salário mínimo.
Por aqui, também está em votação no congresso um Projeto de Lei que cria o Programa Federal de Pagamento por Serviços Ambientais para regulamentar as práticas neste sentido, além de criar um Fundo Federal de Pagamento por Serviços Ambientais que receberá recursos de doações e da participação especial dos lucros do petróleo.

Fontes:
http://ambiente.hsw.uol.com.br/pagamento-servicos-ambientais.htm
http://www.ana.gov.br/produagua/ProjetoProdutorES/tabid/713/Default.aspx
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/03/03/materia.2009-03-03.7962026115/view
http://invertia.terra.com.br/sustentabilidade/interna/0,,OI3689584-EI10432,00.html
http://www.abril.com.br/noticias/economia/pagamento-servicos-ambientais-542024.shtml
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/09/19/materia.2009-09-19.0881094754/view
http://www.ecodebate.com.br/2009/09/28/primeiras-iniciativas-de-pagamento-por-servicos-ambientais-saem-do-papel-em-diversas-regioes-do-pais/

sábado, 12 de abril de 2014

Lionel Gonçalves, criador do 'Bee or not to be', luta contra o extermínio das abelhas

Professor revela que o problema pode afetar produção de alimentos.


12/04/2014 às 08h54
Atualizado em 12/04/2014 às 08h54
Lionel Gonçalves participa do Programa do Jô desta sexta-feira (Foto: TV Globo/Programa do Jô)Lionel Gonçalves participa do Programa do Jô desta sexta-feira (Foto: TV Globo/Programa do Jô)


No Programa do Jô desta sexta-feira, 11/04, o apresentador Jô Soares entrevistou o professor aposentado da USP, Lionel Gonçalves, que comentou sobre “síndrome do colapso de colônia”, que está afetando a vida das abelhas em todo o mundo. “Ela corresponde ao desaparecimento das abelhas”, contou. 
Essa síndrome foi diagnosticada nos Estados Unidos e sua principal causa é o uso de um pesticidade nicotinóide (à base de nicotina), cujo efeito pode ser devastador na abelha: ela sai da colmeia e “se esquece” de voltar, o que ocasiona sua morte e o definhamento progressivo da colmeia.
Ainda segundo Lionel, cerca de 80% da flora depende diretamente da polinização das abelhas e até 70% dos alimentos, que compõem um café da manhã completo, poderiam desaparecer em poucos anos se as abelhas se extinguissem. Lionel Gonçalves criou o movimento “bee or not to be” para alertar as autoridades e o público em geral sobre o problema. “Uma previsão catastrófica de Einstein falava que, se um dia, as abelhas desaparecessem da natureza, os homens desapareceriam em seguida”, revelou.

Veja reportagem na integra: 
http://gshow.globo.com/programas/programa-do-jo/O-Programa/noticia/2014/04/lionel-goncalves-criador-do-bee-or-not-to-be-luta-contra-o-exterminio-das-abelhas.html 

sábado, 5 de abril de 2014

Caixas inteligentes para rastrear abelhas.

Poderia uma colméia impresso-3D inteligente salvar as abelhas? Caixas inteligentes estão sendo usados ​​para rastrear colônias ameaçadas de extinção em todo o mundo

  • Eco-tecnólogos ter criado um projeto de código aberto para colméias inteligentes
  • Urticária 3D-impressas podem estar equipados com sensores para monitorar a saúde de colónias
  • Este kit sensorial envia dados para uma plataforma aberta chamada Smartcitizen
  • Os dados, mais as tags de geolocalização, são usados ​​para comparar e analisar as colmeias para ajudar a prevenir as populações de abelhas decrescentes


Na sequência de notícias de que milhares de milhões de colônias de abelhas em todo o mundo estão enfrentando a extinção, uma equipe de designers decidiram tomar o assunto em suas próprias mãos. 
Open Source Colmeias projeto foi criado para que os apicultores - amadores e profissionais - pode imprimir e montar colméias inteligentes que monitoram e acompanham a saúde de colônias de abelhas no mundo. 
As colmeias são vendidos por conta própria, ou com um kit sensorial que envia dados para uma plataforma aberta chamada Smartcitizen. Esses dados são então analisados ​​por especialistas em uma tentativa de encontrar uma solução para as populações de abelhas decrescentes.
O projeto Open Source Beehive foi configurado para apicultores - amadores e profissionais - pode imprimir e montar colméias inteligentes que monitoram e acompanham a saúde das colônias.  O projeto da colméia de código aberto, na foto, é baseado no design tradicional da Warre Hive
O projeto Open Source Beehive foi configurado para apicultores - amadores e profissionais - pode imprimir e montar colméias inteligentes que monitoram e acompanham a saúde das colônias. O projeto da colméia de código aberto, na foto, é baseado no design tradicional da Warre Hive

SENSORES amarrado a ABELHAS

Uma equipe de cientistas australianos pretendem montar pequenos sensores de 5.000 abelhas e monitorar onde voar.
O plano será o primeiro de seu tipo para rastrear as abelhas como eles se movem em tempo real. 
Os sensores utilizam chips de identificação de freqüência de rádio e iria gravar quando a abelha passa de um certo ponto. 
Estes dados seriam então enviados de volta ao da Austrália Commonwealth Scientific e Industrial Research Organisation a ser analisado.
Este kit sensorial foi desenvolvido por Fab Lab Barcelona e é uma plataforma de código aberto, incluindo hardware, um site e um aplicativo.  
 
Os desenhos das colméias de código aberto são baseados no olhar tradicional da Warre Hive, ou Hive do Povo. 
Ele é construído através da adição de urticária caixas para o fundo da estrutura - ao invés de no topo - de estimular abelhas para construir baixo. 
Isto é como eles normalmente criam suas colméias em estado selvagem. 
As partes dos ramos de código aberto são impressas em uma impressora 3D e são enviados em caixas de flatpack antes de ser montado. 
As colmeias são construídos através da adição de caixas para o fundo da estrutura - ao invés de no topo - de estimular abelhas para construir baixo.  Isto é como eles criam suas colméias em estado selvagem.  As partes dos ramos de código aberto são impressas em uma impressora 3D e são enviados em caixas de flatpack antes de ser montado
As colmeias são construídos através da adição de caixas para o fundo da estrutura - ao invés de no topo - de estimular abelhas para construir baixo. Isto é como eles criam suas colméias em estado selvagem. As partes dos ramos de código aberto são impressas em uma impressora 3D e são enviados em caixas de flatpack antes de ser montado
Todas as seções, em seguida, slot juntos, eliminando a necessidade de parafusos potencialmente prejudiciais e cola. 
Os projetos para as colmeias, chamado de Colorado Top Bar eo Barcelona Warre, também estão disponíveis para download e disponível a partir da campanha Indiegogo do projeto. 
Isso significa que qualquer um com a sua própria impressora 3D pode produzir a sua própria gama de colmeias em casa. 
'Estes ramos visam priorizar a saúde das abelhas da colônia, fazer apicultura mais acessível e irá finalmente permitir que você faça login e estudar a saúde de sua colônia ", disseram os designers. 
As colmeias são vendidos por conta própria, ou com um kit sensorial, na foto, que envia dados para uma plataforma aberta chamada Smartcitizen.  Este kit sensorial foi desenvolvido por Fab Lab Barcelona e inclui hardware, um site e um aplicativo
As colmeias são vendidos por conta própria, ou com um kit sensorial, na foto, que envia dados para uma plataforma aberta chamada Smartcitizen. Este kit sensorial foi desenvolvido por Fab Lab Barcelona e inclui hardware, um site e um aplicativo
Os dados enviados para a plataforma Smartcitizen, mais as tags de geolocalização, são usados ​​para comparar e analisar as colmeias para ajudar a evitar a diminuição das populações de abelhas.  Da imagem das abelhas retratados
Os dados enviados para a plataforma Smartcitizen, mais as tags de geolocalização, são usados ​​para comparar e analisar as colmeias para ajudar a evitar a diminuição das populações de abelhas. Da imagem das abelhas retratados
"Sua contribuição nos ajudará a desenvolver sensores para melhorar nossas colméias, conectando-se à Internet para dados sobre o que está fazendo com que as abelhas a desaparecer em todo o mundo de log. 
"Estes dados podem ser usados ​​para estudar a saúde da colônia, construir provas concretas contra as causas do problema e gerar mudança de políticas e soluções informadas em movimento para a frente."
Os sensores que coletam dados também pode ser usado para enviar alertas para um smartphone em caso de uma emergência, ou se algo der errado.
Por US $ 100 (£ 60), os investidores IndieGoGo receber um kit Mini-Hive vendido com um kit de colméia de corte a laser eo download miniatura. O kit de download em sua própria custa US $ 15 (£ 9).
As colmeias de tamanho normal custará $ 300 (£ 180), sem sensores, ou US $ 600 (£ 361) com o pacote completo Smartcitizen. 

Fonte Mail Online

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Xarope de Açúcar invertido

Matéria do Blog : Meliponicultura em Foco.





O xarope é uma alimento com propriedade energética para as abelhas.Esse xarope que será descrito abaixo não usa apenas a água e o  açúcar, e sim mais alguns ingredientes que garantirão a conservação do alimento dentro dos potes,já que muitas das vezes as abelhas também armazenas o alimento artificial.

O açúcar invertido nada mais é do que a sacarose (açúcar cristal) quebrado e reduzido a outros açucares menores, como a frutose e a glicose.
Essa quebra se da a ação de um acido e a temperatura elevada ou ação enzimática como no caso das abelhas.
Algumas das propriedades do açúcar invertido são:


  • Não fermenta com facilidade
  • Dura até 10 meses em recipiente tampado(sem refrigeração)
  • Tem ação anti-congelante(por isso é usado em sorvetes e bebidas)
  • Rápida absorção pelo organismo



A maioria dos meliponicultores usam apenas o Limão como agente acido nesse processo,o que não se mostra tão eficiente pois cada limão tem uma quantia diferente de acido cítrico decorrente do próprio tipo de solo. 
Uma prova bem clara disso é a contaste reclamação da fermentação do mesmo dentro dos potes de alimento ou ainda mesmo dentro do tratador.

A forma correta para fabricação desse alimento começa com a base...o açúcar invertido.


Ingredientes


1 kg de açúcar cristal(de boa qualidade)
340 g de aguá filtrada(são gramas e não ml)
5 g de acido cítrico (facilmente encontrado em farmácias)
5 g de bicarbonato de sódio.(Pode ser encontrado em qualquer mercado,padaria)


Como preparar o açúcar invertido


Para dar inicio ao preparo coloque o açúcar e a água para aquecer em uma panela de aço inox que caiba o dobro da quantia que será adicionada,pois no final do preparo o produto pode transbordar.
Assim que der inicio a fervura,adicione o acido cítrico e misture bem,vá mexendo de quando em vez ,a fim de se manter a mistura homogenia ,mantenha o fogo baixo por minutos,nada alem disso.
Agora desligue o fogo,e deixe resfriar por mais ou menos 15 minutos, e quando a temperatura do preparo chegar a 80°C ou menos,é hora de adicionar o bicarbonato de sódio,e é agora que a mistura vai começar a borbulhar e pode cair do recipiente, por isso mexa bem rápido para não deixar derramar ,mexa essa mistura por 1 minuto.Ao invés de mexer manualmente nessa ultima parte pode se usar um liquidificador.Pronto você já tem o açúcar invertido agora falta preparar o xarope.Ao final do processo a mistura fica levemente avermelhada.


Agora sim é a vez de fazer o xarope

Deixe o açúcar invertido esfriar até 40°C  no minimo ,e passe essa mistura par um copo de liquidificador,adicione mais 250 ml de água filtrada,adicione um suplemento vitamínico de sua preferencia(exemplo Aminomix).Adicione também algumas gotas de essência de baunilha para ajudar a melhorar o aroma,evite usar erva cidreira(capim santo),pois o mesmo contem um aroma que muito parecido com o feromônio das abelhas africanizada(Ápis Melífera),isso pode atrair muito mais elas do que suas próprias abelhas sem ferrão.
Bata tudo isso no liquidificador por 2 minuto na velocidade máxima e pronto.É só servir às abelhas.


Conservação


Como já disse,o açúcar invertido não se estraga facilmente,por isso não é necessário guardar na geladeira.
Essa mistura pode ser mantida em local arejado e longe da luz solar por até 2 semanas.Não se recomenda guardar mais tempo que isso por causa dos suplementos adicionados(Aminomix). 
Um outro ponto forte do preparo de açúcar invertido é que se pode prepara-lo em grande quantidade e ir adicionando os suplementos vitamínicos e aminoácidos apenas à quantia que for usar no dia...isso evita o desperdício e a inevitável decantação de sólidos.