domingo, 11 de maio de 2014

Lei sobre transporte de abelhas sem ferrão em Santa Catarina.


Procedência: Dep. Joares Ponticelli e José Nei A. Ascari
Natureza: PL./0302.1/2013
DO: 19.704 de 18/11/2013
Fonte: ALESC/Coord. Documentação

Dispõe sobre a criação, o comércio e o transporte de abelhas-sem-ferrão (meliponíneas) no Estado de Santa Catarina.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA, em exercício
Faço saber a todos os habitantes deste Estado que a Assembleia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a criação, o comércio e o transporte de abelhas-sem-ferrão (meliponíneas) no Estado de Santa Catarina.

Art. 2º Para os fins previstos nesta Lei, entende-se por:
I – meliponíneos: subfamília de insetos himenópteros, da família dos apídeos, animais sociais que vivem em colmeias, considerados polinizadores por excelência das plantas nativas, popularmente conhecidos como abelhas-sem-ferrão, abelhas-da-terra, abelhas-indígenas, abelhas nativas ou abelhas brasileiras;
II – meliponicultor: pessoa que, em abrigos apropriados, mantém abelhas-sem-ferrão, objetivando a preservação do meio ambiente, a conservação das espécies e a utilização delas, de forma sustentável, na polinização das plantas e na produção de mel, de pólen e de própolis, para consumo próprio ou para comércio;
III – meliponário: local destinado à criação racional de abelhas-sem-ferrão, composto de um conjunto de colônias alojadas em colmeias especialmente preparadas para o manejo e manutenção dessas espécies;
IV – colônia: família de abelhas-sem-ferrão, formada por uma rainha, operárias e zangões que vivem em um mesmo ninho; e
V – colmeia (casa das abelhas): os abrigos preparados, na forma de caixas, em troncos de árvores seccionadas, cabaças, recipientes cerâmicos ou similares.

Art. 3º São permitidos o manejo, a multiplicação de colônias, a aquisição, a guarda, o comércio, o escambo e a utilização de produtos tangíveis e intangíveis obtidos com o meliponário.
§ 1º É livre a criação, o manejo e as demais atividades que envolvam colônias de abelhas-sem-ferrão dentro de zona rural de cada Município.
§ 2º Ficam asseguradas as atividades que envolvam colônias de abelhas-sem-ferrão dentro da zona urbana de cada Município, respeitadas as disposições previstas no Plano Diretor municipal.

Art. 4º Fica autorizado o transporte de disco de cria e de colônia de abelha-sem-ferrão, dentro dos limites do Território catarinense, mediante a emissão de Guia de Trânsito Animal (GTA), da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (CIDASC).
Parágrafo único. Não será exigido do comprador de disco de cria, mel, pólen, própolis e colmeias de abelhas-sem-ferrão a comprovação de propriedade rural.

Art. 5º As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias.

Art. 6º O Chefe do Poder Executivo regulamentará esta Lei, nos termos do inciso III do art. 71 da Constituição do Estado.

Art. 7º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Florianópolis, 14 de novembro de 2013.

JOARES PONTICELLI
Presidente da Assembleia Legislativa
no exercício do cargo de Governador do Estado

Livro sobre Abelha Tiúba será lançado com apoio da Sagrima


A abelha Tiúba, espécie sem ferrão criada no Maranhão, foi tema de 25 anos de pesquisas reunidas em livro lançado no auditório da UEMA NET



Livro que reúne 25 anos de pesquisa sobre a Abelha Tiúba no Maranhão homenageia o pesquisador Warwick Estevam Kerr.
Livro que reúne 25 anos de pesquisa sobre a Abelha Tiúba no Maranhão homenageia o pesquisador Warwick Estevam Kerr.


Anos de pesquisa sobre a abelha Tiúba, espécie sem ferrão, foram reunidos no livro “25 Anos de Pesquisas Sobre a Abelha Tiúba Melipona Fasciculata no Maranhão”, que será lançado nesta sexta-feira (22), às 15h, no Auditório da UEMA Net, no Campus da Universidade Estadual do Maranhão. A obra, organizada pelos pesquisadores Eleuza Gomes Tenório, José Ribamar Barros e Cíntia Pacheco, foi escrita, segundo os autores, não apenas para ser material de pesquisa acadêmica como também para servir ao produtor apícola como fonte de conhecimento da atividade.

Em destaque no livro temas como o manejo adequado da espécie, detalhes sobre a florada no Estado, aumento no rendimento das colônias e a busca do mercado dos produtos apícolas oriundos da espécie. “A obra também é uma homenagem aos 90 anos do Prof. Dr. Warwick Estevam Kerr, um dos maiores cientistas do Brasil e considerado um dos maiores especialistas em genética de abelhas do mundo. Foi ele o responsável pela pesquisa de abelhas no Maranhão”, destaca a Profa. Dra. Eleuza Tenório.

O evento terá ainda palestra do Prof. Dr. Espencer Soares, da USP Ribeirão Preto, que vai representar e contar a trajetória e contribuição do Dr. Warwick Kerr nas pesquisas feitas no Maranhão. “Eventos como esse dão visibilidade à atividade apícola do Maranhão, que apesar de ainda tímica tem potencial para tornar o estado maior produtor de mel orgânico do país”, ressalta Cláudio Azevedo, Secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SAGRIMA), que apoia o evento.

Abelha Tiúba - A Melipona fasciculata, popularmente conhecida como Abelha Tiúba, ocupa lugar de destaque dentre as abelhas sem ferrão mais promissoras para a produção de mel no Brasil. É criada em quase todo o Estado do Maranhão, principalmente na Baixada Maranhense, e representa um importante papel econômico como fonte de renda e qualidade de vida para agricultores familiares. Encontrada no Maranhão, Pará e Piauí, a Tiúba é uma abelha nativa, indígena, e tem explorados sua produção de cera, mel e geoprópolis (usado para tratamentos dentários).

No primeiro semestre do ano passado, durante o Congresso Brasileiro de Apicultura realizado na Cidade de Gramado- RS, o mel da abelha Tiúba do Maranhão foi escolhido como o melhor mel de abelha sem ferrão produzido no Brasil em um concurso com representantes de todos os estados produtores. O mel vencedor foi colhido no município de Morros, em um projeto piloto de implantação da atividade apícola na região.

A criação racional das abelhas sem ferrão é uma atividade que tende a crescer, trazendo benefícios econômicos e ambientais. “A criação de abelhas preserva o meio ambiente porque elas realizam o serviço de polinização das plantas, tanto silvestres como cultivadas. Além disso, contribuem diretamente para a produção de alimentos e manutenção da biodiversidade vegetal”, enfatiza Eleuza Tenório.

A produção apícola é a principal atividade de quase 500 familias maranhenses
A produção apícola é a principal atividade de quase 500 familias maranhenses


A pesquisadora alerta, porém, que a sobrevivência das abelhas sem ferrão está ameaçada por desmatamentos, queimadas e uso indiscriminado de agrotóxicos, além do processo predatório de retirada do mel. “Com a permanência da atividade extrativista do meleiro é provável que a abelha tiúba seja extinta um dia. O que vai garantir a preservação dessa abelha é justamente sua criação racional e, no Maranhão, esse trabalho está sendo desenvolvido com técnicas que melhoram o manejo, como por exemplo, a transferência do tronco para a colmeia racional, o que, consequentemente, aumenta a produção. Essa produção sustentável tem crescido no estado”, afirma Eleuza Tenório.

Trabalhos racionais feitos através de meliponário são encontrados em grandes quantidades no Maranhão, principalmente na Baixada Maranhense, onde os meliponários abrigam cerca de 300 a 400 colméias. Os municípios de Santa Luzia do Paruá, Olinda Nova do Maranhão, e Viana são grandes produtores de mel de abelha sem ferrão, mas elas podem ser encontradas em quase todo o território maranhense.

Potencial para ser maior produtor nacional – A produção maranhense de mel tem se destacado nas últimas floradas. A safra 2012, por exemplo, mesmo com todos os problemas causados pela estiagem que atingiu todo o estado, registrou uma produção de 2,5 mil toneladas, e colocou o Maranhão no 10º lugar no ranking nacional e 5º lugar na classificação entre os estados nordestinos.

Livro que reúne 25 anos de pesquisa sobre a Abelha Tiúba no Maranhão homenageia o pesquisador Warwick Estevam Kerr
O pesquisador Warwick Estevam Kerr


"O Maranhão está cada vez mais atraindo investidores que acreditam no nosso potencial. Temos uma diversidade de florada e clima propícios para a produção não só de mel orgânico, de alta qualidade e valor comercial, como de outros produtos apícolas como a cera, o pólen e até o veneno das abelhas. As maiores empresas do setor já estão de olho no nosso potencial e planejam iniciar ou aumentar os investimentos no estado nos próximos anos. O governo do estado está atento a esse cenário e vai aumentar as ações de incentivo a essa cadeia produtiva", destaca o Secretário Cláudio Azevedo.

Fonte: Sagrima • Texto: Claudilene Maia

Data de Publicação: 21/03/2013

segunda-feira, 5 de maio de 2014

CONHEÇA AS FRUTIFERAS COM GRANDE POTENCIAL APICOLA.

ESSA PAGINA FIZ UMA SELEÇÃO DAS FRUTIFERAS NATIVAS E EXÓTICAS CULTIVADAS NO
SITIO FRUTAS RARAS QUE TEM GRANDE PRODUÇÃO DE NECTAR E PÓLEN IDEAIS PARA CRIADORES DE
MELIPONIDEOS EM GERAL.
SÃO 190 ESPÉCIES!!!



NOME POPULAR
NOME CIENTIFICO
ORIGEM

SAURAUIA MADRENSIS
GUATEMALA

SPONDIAS MOMBIN
MATA ATLANTICA

SPONDIAS DULCIS
POLINESIA

SPONDIAS CYTHERA
AMERICA CENTRAL

MANGIFERA IMNDICA
INDIA

SERIGUELA

SPONDIAS PURPUREA

AMERICA CENTRAL

TAPIRIRA ou CUPIUVA

TAPIRIRA GUIANENSIS

MATA ATLANTICA

UMBU

SPONDIAS TUBEROSA

CAATINGA DO BRASIL

GANCHEIRA

TABERNAEMONTANA HYSTRIX

MATA ATLANTICA

QUIABO DE CIPÓ DA MATA

CONDYLOCARPON SSP

FLORETA SEMIDECIDUA

KOPSIA

KOPSIA ARBOREA

TAILANDIA

BOCAIÚVA

ACROCOMIA TOTAI

MATA ATLANTICA

BURITI

MAURITIA FLEXUOSA

CERRADO

BUTIÁ DO CERRADO

BUTIA PARAGUAYENSIS

CERRADO

BUTIÁ ROXO

BUTIA ODORATA

FLORESTA SEMIDECIDUA

BUTIÁ-YATAÍ

BUTIA YATAY

SUL DO BRASIL

CARANÁ

TRITHRINAX BRASILIENSIS

MATA ATLANTANTCA

GURGURÍ

ALLAGOPTERA ARENARIA

RESTINGA, LITORAL

JERIVA

SYAGRUS ROMANZOFFIANA

MATA ATLANTICA

JUÇARA

EUTERPE EDULIS

MATA ATLANTICA

FRUTA DE CANÁRIO

VARRONIA SSP

FLORESTA SEMIDECIDUA

GRAO DE BODE

CORDIA TRICHOCLADA

MATA ALANTICA

PITANGA DE CIPÓ

TOURNEFORTIA BICOLOR

FLORESTA SEMIDECIDUA

GRAVATÁ DO MATO

BROMELIA ANTIACANTHA

MATA ATLANTICA

GUARAIQUICA

AECHEMEA BROMELIFOLIA VAR. ALBOBRACTEATA

CERRADO BRASIL

ALMACEGA OU GUAPUICI – arvore de goma cicatrizante

PROTIUM HEPTAPHYLLUM

BRASIL

GUAIAPÁ

PERSKIA ACULEATA

MATA ATLANTICA

GUAIAPÁ DE FOLHA DOURADA

PERESKIA ACULEATA VAR. GODSEFFIANA

BRASIL

GUARAJIÇARA

CELTIS EHRENBERGIANA

FLORESTA SEMIDECIDUA

GURRUPIÁ

CELTIS IGUANEA

MATA ATLANTICA

FAVA DE ARARA

HIPPCRATEA VOLUBILIS

BRASIL

GUAITÍ DA BAHIA

LICANIA SALZAMANNII

MATA ATLANTICA

GUAPUATÁ

HIRTELLA HEBECLADA

MATA ATLANTICA

OITÍ AMARELO

LICANIA TOMENTOSA

MATA ATLANTICA

ACHACHAIRÚ

GARCINIA LATERIFOLIA

EQUADOR

BACUPARI-MIRIM

GARCINIA GUARDINEIRA

MATA ATLANTICA

BACUPARI

GARCINIA BRASILIENSIS

MATA ATLANTICA

BACURI  CASCUDO

GARCINIA ACUMINATA

AMAZONIA

TANIMBUCA

BUCHENAVIA TOMENTOSA

CERRADÃO

TIMBIRA – fruto amarelo

BUCHENAVIA GRANDIS

BRASIL

MELAO DE SÃO CAETANO

MORMONDICA CHARANTHEA

AFRICA

MELANCIA DE PACÚ

CAYAPONIA PODANTHA

FLORESTA SEMIDECIDUA

MELAOZINHO DO MATO

CAYAPONIA SSP

FLORESTA SEMIDECIDUA

TAJUJÁ

CAYAPONIA TRILOBA

FLORESTA SEMIDECIDUA

ELAEOCARPUS SERRATUS
SRI-LANCA

MAQUIL
ARISTOTELIA CHINENSIS
CHILE

BANANA DE QUATÍ
SWARTZIA ACUTIFOLIA VAR YANESIANA
MATA ATLANTICA

DYPTEREX ALATA
CERRADO

INGÁ BRANCO
INGA LAURINA
MATA ATL

INGA STRIATA
MATA ATLANT

INGA  CINNAMOMEA
AMAZONIA

INGÁ DA SERRA
INGA MENDONÇAEI
MATA ATLANTICA

INGA VERA
MATA ATLANT

INGA VULPINA
CERRADO

INGA FERRADURA
INGA SESSILIS
MATA ATLANT

INGA MIRIM
INGA MARGINATA
BRASIL

JATOBÁ-MIRIM
GUIBOURTIA HYMENIFOLIA
PANTANAL

SENNA MACRANTHERA
MATA ATLANTICA

MANGA BRAVA
SWARTIZIA MACROSTACHYA
MATA ATLANTICA

SAPUCAIA MIRIM
LECYTHIS LANCEOLATA
MATA ATLANTICA

IUCA BANANA
YUCA BACCATA.
NORTE DO ARIZONA E.U.A

IUCA GIGANTE
YUCCA ELEPHANTIPES
MÉXICO

BUNCHOSIA ARMENICA
COLOMBIA

CAFEZINHO
BUNCHOSIA FLUMINENSIS
MATA ATLANTICA

BYRSONIMA STIPULACEA
MATA ATLANTICA

BYRSONIMA CRASSIFOLIA
MATA ATLANTICA

MORECI DO BREJO
BYRSONIMA SERICEA
BRASIL

MORECÍ DO XINGÚ
BYRSONIMA ORBYGNIAI
XINGÚ, AMAZONIA

BYRSONIMA LANCIFOLIA
BRASIL

BYRSONIMA LIGUSTRIFOLIA
RESTINGA

MURICÍ VERMELHO
BURSONIMA JAPURENSIS
AMAZONIA

GUAZUMA ULMIFOLIA
MATA ATLANTICA

STERCULIA CHICHA
MATA ATLANTICA

TINGE LINGUA
MICONIA PRASIANA
CERRADO

PIXIRICA OU PELUDINHA
LEANDRA LACUNISA
MATA ATLANTICA

DAUICU
MOURIRI EUGENIAEFOLIA
AMAZONIA

GURGURÍ
MOURIRI GUIANENSIS
RESTINGA

LARANJINHA DO BOSQUE
MOURIRI CHAMISSOANA
MATA ATLANTICA

MUNTINGIA CALABURA
AMERICA CENTRAL

ARAÇÁ DE ANTA
PSIDIUM GUIANENSE VAR. ARACA
BRASIL

PSIDIUM CATTLEIANUM
MATA ATLA

ARAÇA PEBA
PSIDIUM ARBOREUM
AMAZONIA

ARAÇÁ-PIRANGA
EUGENIA LEITONII
MATA ATLA

EUGENIA STIPILATA
AMAZONIA

MYRCIARIA GLAZIOVIANA
MATA ATLA

CAGAITA
EUGENIA DYSENTERICA
CERRADO

EUGENIA CANDOLLEANA
MATA ATLA

MYRCIARIA FLORIBUNDA
MATA ATLA

CAS
PSIDIUM FRIEDRICHSTHALIANUM
COSTA RICA

CURITIBA
CURITIBA PRISMATICA
MATA ATL

CAMPOMANESIA GUAVIROBA
MATA ATL

CAMPOMANESIA XANTHOCARPA
MATA ATL

GUAIQUICA
MYRCIARIA GUAIQUEA
RESTINGA

PLINIA RIVULARIS
MATA ATL

GUAMIRIM- FACHO
CALYPTRANTHES CONCINNA
MATA ATL

EUGENIA FLORIDA
MATA ATL

GUAPÊ
EUGENIA UMBRLLIFLORA
MATA ATL.

GUAPIÚ
EUGENIA MOSENII
MATA ATL

CAMPOMANESIA SESSILIFOLIA VAR. BULLATA
MATA ATL

EUGENIA INVOLUCRATA
MATA ATL

PLINIA OBLONGATA
MATA ATL

PLINIA CAULIFLORA
MATA ATL

PLINIA AUREANA
MATA ATL

JABUTICABA  PINTADA
PLINIA CAULIFLORA VAR. ?
MATA ATL

PLINIA CORONATA
MATA ATL.

JABUTICABA COSTADA
PLINIA PHITRANTHA
MATA ATL

PLINIA JABOTUCABA
MATA ATL

PLINIA TRUNCIFLORA
MATA ATL

EUGENIA PLURIFLORA
CERRADO

RHODOMYRTUS TOMENTOSA
ASIA

PITANGA DE CACHORRO
NEOMITRANTHES OBSCURA
RESTINGA

PITANGA DE INVERNO
EUGENIA MAGNIFICA
MATA ATL

EUGENIA MATTOSII
CERRADO

EUGENIA UNIFLORA
MATA ATL

EUGENIA NEONITIDA
RESTINGA

EUGENIA LUSCHINATHIANA
MATA ATL

EUGENIA SULCATA
RESTINGA

PELUDINHA DO RIO GRANDE DO SUL
MYRCEUGENIA MYRTOIDES
MATA ATL.

EUGENIA MELANOGNA
MATA ATL

SAPIRANGA
EUGENIA MULTICOSTATA
MATA ATL

UBÁNAXICA OU MANAXICA
MYRCIARIA STRIGIPES
RESTINGA

EUGENIA MYRCIANTHES
CERRADO

HEXACHLAMYS TOMENTOSUM
CERRADO

EUGENIA PYRIFORMIS
MATA ATL

UVAIA VERMELHA
EUGENIA STIGMATOSA
MATA ATL – BERTIOGA SP

CHIONANTHUS FILIFORMIS
FLORESTA SEMIDECIDUA

PHYTOLACCA DIOICA
MATA ATLANTICVA

ACAÇÚ
COCCOLOBA GLAZIONII
FLORESTA SEMIDECIDUA – DO SITIO SJ.

CABUÇÚ
COCCOLOBA RIGIDA
MATA ATL.

COCCOLOBA OCHREOLATA
RESTINGA E MATA ATL.

MACADAMIA INTEGRIFOLIA
AUSTRALIA

JUÁ PRETO
ZIZYPHUS GLAZIOVII
MATA ATLANTICA

JUJUBA CHINESA
ZIZYPHUS CHINENSIS
CHINA

RHAMNIDIUM ELAEOCARPUM
MATA ATL.

HOVENIA DULCIS
ASIA

CRATAEGNUS PUBESCENS
EUROPA

PRUNUS SALICIFOLIA
AMERICA DO NORTE

DAMASCO
PRUNUS ARMENICA
CHINA

RUBUS IMPERIALLIS
MATA ATLANTICA

RUBUS ALBESCENS
AMERICA DO NORTE

MAÇÂ
MALUS COMUNIS
ASIA

MARMELO
CYDONIA VULGARIS
ASIA

ERIOBOTRYA   JAPONICA
JAPÃO

PERA DÁGUA
PYRUS COMMUNIS
ASIA

PRUNUS PERSICA
CHINA

PRUNUS  MUME
TAILÂNDIA

FRUTA DE URÚ OU CIPÓ PRETO
CHIOCOCCA ALBA
FLORESTA SEMIDECIDUA

RANDIA SPINOSA
MATA ATL

JANGADINHA SEMI-TREPADEIRA
CHOMELIA BRASILIANA
FLORESTA SEMIDECIDUA

RANDIA CALYCINA
FLORESTA SEMIDECIDUA

VANGUERIA MADAGASCARIENSIS
MADAGASCAR

VAVANGUE DA AFRICA
VANGUERIA INFAUSTA
AFRICA

GUETTARDA VIBURNIOIDES
CERRADÃO

GUETTARDA URUGUENSIS
MATA ATLAN. E CERRADO

GUETTARDA POHLIANA
CERRADÃO

GLYCOMIS CITRIFOLIA
ASIA

LARANJA PERA, lima, bahiana, cravo
CITRUS SINENSIS
ASIA

LARANJA DA TERRA
CITRUS AURATIUM
BRASIL

LARANJA DO MATO
CITRUS SILVESTRIS
MATA ATLATICA

MEXERICA POCAN
CITRUS NOBILIS
ASIA

TANGERINA
CITRUS RETICULATA
ASIA

POMELO
CITRUS GRANDIS
MALÁSIA

SAPOTA  BRANCA
CASIMIROA EDULIS
ANDES PERUANO

CLAUSENA LANCIUM
MALASIA

VAMPÍ ROSA
CLAUSENA EXCAVATA
TAILANDIA
AIUIBA – frutos vermelhos

XILOSMA PROCKIA

FLORESTA SEMIDECIDUA

PROCKIA CRUCIS

MATA ATLANTICA
CAMBROÉ

CASEARIA LASIOPHYLLA

BRASIL

DOVIALLIS HEBECARPA

AFRICA

CASEARIA DECANDRA

MATA ATLANTICA

CASEARIA NOVA ESPÉCIE

MATA ATLANTIA

CASEARIA GRANDIFLORA

MATA ATLANTICA
SUCARÉ

XILOSMA VENOSA

FLORESTA SEMIDEXIDUA
PURURUCA

CASEARIA RUPESTRIS

MATA ATLANTICA

ALLOPHYLUS EDULIS

MATA ATLANT
CHAL-CHAL MIUDO

ALLOPHYLUS SERICEUS

RIO GRANDE DO SUL

PAULLINIA RUBIGINOSA

MATA ATLAN

DIMOCARPUS LONGAN

CHINA
MAMONCILLO

MELICOCCUS BIJUGATUS

INDIA
PITOMBA

TALISIA ESCULENTA

AMAZONIA

STYRAX POHLII

MATA ATLANTICA

DAPHNOPSIS BRASILIENSIS

 

MATA ATLANTICA

DURANTA– NOVA ESPÉCIE

FLORESTA SEMIDECIDUA
CAMARÁ ou MILHO DE GRILO

LANTANA TRIFOLIA

BRASIL

CISSUS VERTICILLATA

BRASIL

CISSUS PULCHERRIMA

MATA ATLANTICA GUARATINGUETÁ
INSULINA

CISSUS VERTICILLATA VAR. SYCOIDES

MATA ATLANTICA


Você poderá solicitar a listagem de mudas disponíveis escrevendo um e-mail para: frutasraras@uol.com.br ou ligue para (0xx15) 8132 5140, falar com Helton Josué.

Fonte: http://www.colecionandofrutas.org/