sábado, 26 de novembro de 2011

Linguajar da criação de abelhas indígenas e o seu manejo.

Glossário

Os termos aqui definidos são aqueles considerados particularmente importantes para a divulgação dos nossos conhecimentos sobre a criação de abelhas indígenas e o seu manejo.

Clic no link abaixo :


http://www.webbee.org.br/meliponicultura/glossario.htm#a


Excelente semana a todos meliponicultores do brasil.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Video em alta definiçao - Polinizaçao

Um video onde é mostrado em alta definiçao como sao feitas as polinizaçoes das flores, vale pela qualidade das imagens oferecidas neste video.

video

Boa semana a todos meliponicultores do brasil.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Doaçao De Abelhas - Nao destrua os enxames

Comunicado ex- Oficial

Doaçao de  Abelhas.

Se você morador do Estado do  Espírito Santo e tem algumas abelhas em seu muro, casa ou em algum lugar próxima a sua residência e esta incomodado(a) com estas abelhas, antes de tomar qualquer medida precipitada de destruição do enxame favor entrar em contato com o Meliponario Aracruz http://meliponarioaracruz.blogspot.com/  ou direto pelo meu numero logo abaixo que irei ate sua residência, trabalho ou no local em que as abelhas se encontram para retira-las com pessoal treinado e capacitado, e sem qualquer custo para você.

Aconselhamos a manter uma distancia segura ate que seja feito a identificação da espécie de abelha.

`` Preserve as abelhas elas não fazem mal, abelha faz mel. ``

 
Contato – Julio – 027 – 9946 - 1300 (vivo)

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

As abelhas estao desaparecendo do mapa.

Pesquisa norte-americana liga vírus a sumiço das abelhas


Folha de São Paulo

Uma nova pista pode ajudar a solucionar o mistério do sumiço das abelhas, que vem dando um nó na cabeça de apicultores e biólogos mundo afora. Um novo vírus foi considerado o melhor candidato a assassino.
Pesquisadores americanos chegaram a esse resultado ao comparar amostras de colméias doentes (que perderam rapidamente suas abelhas operárias) de vários pontos dos EUA com amostras saudáveis.
Eles identificaram cinco grandes grupos de bactérias, quatro linhagens de fungos e sete tipos de vírus. Mas apenas um deles estava sempre associado ao desaparecimento da Apis mellifera (ou abelha européia) naquele país: o vírus israelense da paralisia aguda (IAPV, na sigla em inglês).
"Se é exatamente um agente causador ou só um marcador muito bom da doença é a próxima questão que precisamos tentar responder", afirmou Diana Cox-Foster, da Universidade Estadual da Pensilvânia. A entomóloga é líder do estudo publicado no site da revista científica americana "Science" (www.scienceexpress.org).
Os demais participantes da pesquisa procuraram ressaltar, em entrevista coletiva, que a descoberta não é definitiva e que o problema ainda não está resolvido. O próximo passo do grupo agora é infectar colônias saudáveis com o IAPV para ver se elas entram em colapso.
Os cientistas suspeitam ainda que a fonte do vírus possa ser a Austrália, visto que os Estados Unidos passaram a importar grandes quantidades de abelhas daquele país desde 2005. Para testar, eles analisaram uma amostra supostamente saudável de abelha de lá e encontraram sinais do IAPV.
Crime sem corpo
O problema, que recebeu o nome de desordem do colapso das colônias (ou CCD), foi observado inicialmente na Europa, mas foi nos EUA que ocorreram os maiores estragos. Desde o final do ano passado, mais da metade dos Estados do país observou uma queda abrupta na população de abelhas. Produtores perderam de 50% a 90% de suas colônias.
O fenômeno tem deixado os biólogos em pânico: afinal, as abelhas são polinizadores, fundamentais para a agricultura (Albert Einstein dizia que, se elas desaparecessem, os humanos sumiriam em cinco anos).
O inseto é conhecido por sua vulnerabilidade, tanto que não chega a ser incomum a morte de uma colméia inteira, e os apicultores estão acostumados a lidar com isso. Mas o curioso no caso da CCD, além da rapidez com que ela se espalha e da sua virulência, é que esse é um crime sem cadáver.
Não são achadas abelhas mortas dentro das colméias ou nas proximidades. Elas literalmente desaparecem. Saem do ninho para coletar néctar e pólem e não voltam mais. No final do processo costumam restar somente a rainha e algumas guardiãs, mas todas acabam morrendo pela falta de comida.
A descoberta do vírus, no entanto, ainda não esclarece por que isso ocorre. "É possível que a infecção altere a habilidade das abelhas de encontrar o caminho de casa, mas não podemos afirmar com certeza", disse à Folha Ian Lipkin, do Centro de Infecção e Imunidade da Universidade Columbia e um dos autores do estudo


Colapso no Brasil pode ter causa diferente

Apesar de ser em uma proporção bem menor do que a observada nos EUA, o sumiço de abelhas também tem começado a atingir as culturas no Brasil, segundo relatos de apicultores de Minas, SP e Rio Grande do Sul.
Entretanto os pesquisadores que estudam o caso por aqui não têm certeza de que se trata do mesmo colapso que atinge os insetos americanos. De fato foi registrado um aumento da mortalidade e uma rápida diminuição das colméias, mas a maioria dos corpos é encontrada no local.
O vírus localizado pelos pesquisadores norte-americanos tampouco foi observado no Brasil, mas outros patógenos identificados por eles durante a investigação são comuns por aqui, como o o ácaro Varroa destructor e o fungo Nosema ceranae.

O primeiro é velho conhecido dos cientistas e até hoje não deu muito trabalho para os apicultores brasileiros. "Mas na pesquisa americana ele foi identificado como um facilitador do IAPV, o que merece então nossa atenção", explica o entomólogo David de Jong, do Departamento de Genética da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto.
Já o fungo Nosema causou, sim, um aumento claro de mortalidade nos últimos anos.
Jong alerta ainda para o risco de usar geléia real da China para alimentar as rainhas, como muitos apicultores brasileiros têm feito. No estudo americano foi detectada a presença do vírus no material importado.

Um ponto a favor dos criadores nacionais é que a abelha cultivada aqui é mais robusta. Conhecida como africanizada, ela é uma mistura da variante européia com a selvagem africana, que se espalhou pelo país e por todo o continente nos anos 1960.
A mistura foi um descuido do geneticista brasileiro Warwick Kerr, que na época estudava a africana e sem querer deixou alguns exemplares escaparem.
Os animais resultantes eram tão ferozes que foram chamados de assassinos. Quase foi a desgraça do pesquisador. A resistência dos híbridos hoje é sua redenção.


terça-feira, 15 de novembro de 2011

Abelha Limao - Como se defender de um ataque.


ABELHA LIMAO - Lestremelita Limao  

Esta abelha vive de pilhagem, sempre roubando alimentos de outras abelhas, trigonas e meliponas, quando vai se multiplicar invade outra colonia e se instala fazendo ali a sua nova morada, A tática de ataque e tam perfeito que a natureza deu a ferramenta nescessária para ser sempre a vitoriosa.
Esta abelha ao atacar a sua adversária, souta um cheiro igual a folha de limão, como a maioria das abelhas se orientam pelo cheiro de sua colonia e de suas irmãs, ficam confusa e acabam se atacando a si mesma, Observei este fato em um dos ataque desta abelha em Abelha Mandaçaia de meu meliponário.
Quando atacam para roubo, o ataque é rápido, e a intenção não é destruir a colonia por completo, pois pretendem voltar, para nova pilhagem. Quando é para fazer sua nova morada, é observado minutos apos o ataque, o inicio de um novo pito de entrada, este é o sinal de destruição total da colonia.

À abelha limão também sofre baixas, pois quando a mandaçaia pega com suas mandíbulas forte, praticamente atora a abelha limão no meio, só que em seguida uma de suas irmãs, não contamina pelo cheiro da ab. limão, ataca e as duas morrrem no chamado abraço da morte.

O meliponicultor pode intervir e salvar a sua abelha mandaçaia, da seguinte forma, pega a caixa que esta sendo atacada e leva a uns 10 metros do local,  abre a tampa e mata as abelhas limão, tomar cuidado para não tocar com o dedo em outra abelha mandaçaia , tampa e aguarda alguns minutos e abre novamente, pois ao abrir as abelhas limão se esconde em baixo do ninho, quando fecha com a tampa elas sobem para cima. só retorna a caixa no lugar quando não tiver abelha limão no local.

Na saida da morada desta abelha, à varios pitos em forma de dedos, e só um esta ativo, estes pitos não são para bonitos, é uma tática de defeza de predadores como formigas etc.  Se amassar o pito de saida desta abelha, logo em seguida começa a preparar outro, pois ela tem várias opções.  Como esta abelha vive de roubo, esses pitos alternativos, é indício de que realmente é uma ladra, por fazer saidas alternativas.

Abraços

Julio.

Meliponicultura - Autorizaçao Ibama Legislação 346/2004

Criação, comercialização e transporte (Resolução
Conama 346 de 2004 e Instrução Normativa Ibama 169 de
2008, Portaria Ibama 117 de 1997).
Octávio Valente - octavio.valente@ibama.gov.br
Analista Ambiental
IBAMA/DBFLO/COEFA

Resolução Conama n°346 de 2004
Disciplina a proteção e a utilização das abelhas silvestres
nativas, bem como a implantação de meliponários.
Meliponário: locais destinados à criação racional de abelhas
silvestres nativas, composto de um conjunto de colônias alojadas
em colméias especialmente preparadas para o manejo e
manutenção dessas espécies.

Art. 5 A venda, a exposição à venda, a aquisição, a guarda, a
manutenção em cativeiro ou depósito, a exportação e a
utilização de abelhas silvestres nativas e de seus produtos, assim
como o uso e o comércio de favos de cria ou de espécimes
adultos dessas abelhas serão permitidos quando provenientes de
criadouros autorizados pelo órgão ambiental competente.

* Permite a criação e comercialização

* Meliponários com menos de 50 colônias: inscrição no
Cadastro Técnico Federal

* Meliponários com 50 ou mais colônias: inscrição no Cadastro
Técnico Federal – CTF (Lei 6.938 de 1981) e autorização de
funcionamento (IN Ibama 169/08 – Sistema Nacional de
Gestão de Fauna – Sisfauna)

* Vedada a criação de abelhas nativas fora de sua região
geográfica de ocorrência natural, exceto para fins
científicos.

* Cadastro no CTF e autorização no Sisfauna: finalidades
científica, comercial, estabelecimento comercial, outras.

* Obtenção de colônias na natureza: ninhos-isca ou outros
métodos não destrutivos mediante autorização do órgão
ambiental competente (Ibama: unidades descentralizadas)
* Autorizações de transporte interestadual: unidades
descentralizadas do Ibama (sem prejuízo das exigências de
outras instâncias públicas)

Instrução Normativa Ibama 169 de 2008 e Sisfauna
Institui e normalizar as categorias de uso e manejo da fauna
silvestre em cativeiro em território brasileiro, visando atender às
finalidades socioculturais, de pesquisa científica, de conservação,
de exposição, de manutenção, de criação, de reprodução, de
comercialização, de abate e de beneficiamento de produtos e
subprodutos, constantes do Cadastro Técnico Federal (CTF) de
Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos
Naturais:
I- jardim zoológico;
II- centro de triagem;
III- centro de reabilitação;
IV- mantenedor de fauna silvestre;
V- criadouro científico de fauna silvestre para fins de pesquisa;
VI- criadouro científico de fauna silvestre para fins de conservação;
VII- criadouro comercial de fauna silvestre;
VIII- estabelecimento comercial de fauna silvestre;
IX- abatedouro e frigorífico de fauna silvestre

Regulamentação geral para criadouros de espécies silvestres
nativas e exóticas.

Meliponários com mais de 50 colônias/colméias:

Autorização Prévia: solicitação por meio do Sisfauna

Autorização de Instalação: solicitação por meio do Sisfauna e
entrega de documentação (documentação pessoa física ou jurídica,
licenciamento ambiental ou ato administrativo similar, croqui de
acesso àz propriedade, projeto técnico) na unidade do Ibama mais
próxima.

Autorização de Manejo: solicitação por meio do Sisfauna e entrega
de documentação (comprovação de responsabilidade técnica de
profissional habilitado para manejo/criação de animais - Anotação
de Responsabilidade Técnica – junto ao conselho de classe), vistoria
pelo Ibama. Taxa de R$ 400,00, se pessoa física e R$ 300,00, se
pessoa jurídica (Lei 9960 de 2000), se for criação com finalidade
comercial.

Instrução Normativa Ibama 169 de 2008 e Sisfauna
Comercialização: Portaria Ibama 117 de 1997

Portaria Ibama 117 de 1998: regulamentação geral para
comercialização de espécies silvestres nativas e exóticas, partes
e produtos.
Comercialização mediante emissão de notas fiscais
Envio de relatórios anuais (quantidade mantida, recebida e
comercializada) ao Ibama.

Octávio Valente
Analista Ambiental
octavio.valente@ibama.gov.br
Tel.: (61)3316 1675
Coordenação de Gestão do Uso de Espécies da Fauna
IBAMA/DBFLO/COEFA