domingo, 25 de dezembro de 2011

Feliz Natal e Prospero Ano Novo.


Desejo a todos abenautas um feliz natal e prospero ano novo que se inicei com saude e muita paz em vossos coraçoes. E Que as transferencias e divisoes em nossos meliponarios sejam um sucesso.

Abraços a todos .

Julio - Vitoria - ES

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Isca Pet - Duvidas

Ola Amigos,

Hoje recebi um e-mail do colega Cristian do Rio Grande Do Sul sobre uma pergunta que talvez  seja duvida de alguns meliponicultores, então decidi fazer esta postagem para que possa estar esclarecendo esta pergunta.

Vamos lá a pergunta.

Qual o prazo para transferência de uma abelha capturada em garrafa `´ Pet ´´ para uma caixa racional ?

Quanto mais tempo possa ser deixado melhor, pois as abelhas precisão de um período de uns 03 meses para adaptação da nova morada e também para a fecundação de uma rainha e então só assim elas começam a construção dos discos de crias.

Neste período mantenha uma visita semanal para evitar ataques de predadores como formigas, aranhas e outros que aproveitam que o enxame esta fraco para se deliciarem com umas abelhinhas.

Após o terceiro mês já e possível retirar a pet e leva-la para o local que ira receber a caixa racional (caixa madeira).

O transporte das abelhas deve ser feito a noite após as campeiras se recolherem ao ninho, e deve ser evitando movimentos bruscos com a pet, e ela deve ser deixada na mesma posição que se encontrava no local de captura para evitar afogamento das crias novas.

No local novo que ira receber a pet deve ser coberto ou na sombra pois assim será  evitado o sol que pode superaquecer a pet e matar as crias e também afugentar as abelhas.

Deixe a pet pelo menos umas duas semanas no novo local ate as abelhas se adaptarem e então só depois faça a transferência para a caixa racional.

Transferência.

A transferência deve ser feita pela manha em um belo dia de sol para que as abelhas tenham a tarde toda antes da noite chegar para se recomporem e organizarem a nova morada.

Coloque a caixa racional propia para a abelha caputura ; neste caso como e a jatai  utilizamos a caixa de medidas 10x10x10 e colocamos no local em que se encontrava a pet  e acrescentamos um pouco de cera na entrada principal para receber as campeiras e entaoja podemos iniciar o processo de transferência comecando pela retirada do jornal e plástico que envolve a pet sem girar a mesma.  

Verifique a posição do ninho e faça um corte no fundo da pet  e outro no sentido da boca da pet abrindo assim toda a pet sem que a gire, mantenha a pet sempre na mesma posiçao como ja falamos.

Agora coloque os dicos de crias na caixa racional com um pouco de cera e evite o derrame de mel para que não seja atração para forídeos.  Procure a rainha que tem um abdomem avantajado e a coloque na caixa tambem.

Feche a caixa e lacre com barro ou fita crepe branca não deixando nem um furo ou fresta para que não entre predadores ´´FORIDEOS´´, só deixe a entrada principal livre.

Não coloque o mel  na caixa, mantenha o mel na geladeira por uns dois dias e só depois ofereça as abelhas.

Coloque todas as abelhas novas que encontrar pelo chao dentro da caixa racional, pois todas seram úteis para a reconstrução do ninho na caixa racional .

Desejo uma boa transferência e espero ter ajudado.

Abraços a todos

Julio – Vitória - ES

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Meliponicultura No Mexico - Mulheres Meliponas

Segue abaixo video de meliponicultura no mexico com uma tecnica bem desenvolvida e passada de geraçao para geraçao e hoje praticada principalmente pelas mulheres mexicanas e apelidadas de `` Mulheres Meliponas `´.

video



video

sábado, 26 de novembro de 2011

Linguajar da criação de abelhas indígenas e o seu manejo.

Glossário

Os termos aqui definidos são aqueles considerados particularmente importantes para a divulgação dos nossos conhecimentos sobre a criação de abelhas indígenas e o seu manejo.

Clic no link abaixo :


http://www.webbee.org.br/meliponicultura/glossario.htm#a


Excelente semana a todos meliponicultores do brasil.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Video em alta definiçao - Polinizaçao

Um video onde é mostrado em alta definiçao como sao feitas as polinizaçoes das flores, vale pela qualidade das imagens oferecidas neste video.

video

Boa semana a todos meliponicultores do brasil.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Doaçao De Abelhas - Nao destrua os enxames

Comunicado ex- Oficial

Doaçao de  Abelhas.

Se você morador do Estado do  Espírito Santo e tem algumas abelhas em seu muro, casa ou em algum lugar próxima a sua residência e esta incomodado(a) com estas abelhas, antes de tomar qualquer medida precipitada de destruição do enxame favor entrar em contato com o Meliponario Aracruz http://meliponarioaracruz.blogspot.com/  ou direto pelo meu numero logo abaixo que irei ate sua residência, trabalho ou no local em que as abelhas se encontram para retira-las com pessoal treinado e capacitado, e sem qualquer custo para você.

Aconselhamos a manter uma distancia segura ate que seja feito a identificação da espécie de abelha.

`` Preserve as abelhas elas não fazem mal, abelha faz mel. ``

 
Contato – Julio – 027 – 9946 - 1300 (vivo)

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

As abelhas estao desaparecendo do mapa.

Pesquisa norte-americana liga vírus a sumiço das abelhas


Folha de São Paulo

Uma nova pista pode ajudar a solucionar o mistério do sumiço das abelhas, que vem dando um nó na cabeça de apicultores e biólogos mundo afora. Um novo vírus foi considerado o melhor candidato a assassino.
Pesquisadores americanos chegaram a esse resultado ao comparar amostras de colméias doentes (que perderam rapidamente suas abelhas operárias) de vários pontos dos EUA com amostras saudáveis.
Eles identificaram cinco grandes grupos de bactérias, quatro linhagens de fungos e sete tipos de vírus. Mas apenas um deles estava sempre associado ao desaparecimento da Apis mellifera (ou abelha européia) naquele país: o vírus israelense da paralisia aguda (IAPV, na sigla em inglês).
"Se é exatamente um agente causador ou só um marcador muito bom da doença é a próxima questão que precisamos tentar responder", afirmou Diana Cox-Foster, da Universidade Estadual da Pensilvânia. A entomóloga é líder do estudo publicado no site da revista científica americana "Science" (www.scienceexpress.org).
Os demais participantes da pesquisa procuraram ressaltar, em entrevista coletiva, que a descoberta não é definitiva e que o problema ainda não está resolvido. O próximo passo do grupo agora é infectar colônias saudáveis com o IAPV para ver se elas entram em colapso.
Os cientistas suspeitam ainda que a fonte do vírus possa ser a Austrália, visto que os Estados Unidos passaram a importar grandes quantidades de abelhas daquele país desde 2005. Para testar, eles analisaram uma amostra supostamente saudável de abelha de lá e encontraram sinais do IAPV.
Crime sem corpo
O problema, que recebeu o nome de desordem do colapso das colônias (ou CCD), foi observado inicialmente na Europa, mas foi nos EUA que ocorreram os maiores estragos. Desde o final do ano passado, mais da metade dos Estados do país observou uma queda abrupta na população de abelhas. Produtores perderam de 50% a 90% de suas colônias.
O fenômeno tem deixado os biólogos em pânico: afinal, as abelhas são polinizadores, fundamentais para a agricultura (Albert Einstein dizia que, se elas desaparecessem, os humanos sumiriam em cinco anos).
O inseto é conhecido por sua vulnerabilidade, tanto que não chega a ser incomum a morte de uma colméia inteira, e os apicultores estão acostumados a lidar com isso. Mas o curioso no caso da CCD, além da rapidez com que ela se espalha e da sua virulência, é que esse é um crime sem cadáver.
Não são achadas abelhas mortas dentro das colméias ou nas proximidades. Elas literalmente desaparecem. Saem do ninho para coletar néctar e pólem e não voltam mais. No final do processo costumam restar somente a rainha e algumas guardiãs, mas todas acabam morrendo pela falta de comida.
A descoberta do vírus, no entanto, ainda não esclarece por que isso ocorre. "É possível que a infecção altere a habilidade das abelhas de encontrar o caminho de casa, mas não podemos afirmar com certeza", disse à Folha Ian Lipkin, do Centro de Infecção e Imunidade da Universidade Columbia e um dos autores do estudo


Colapso no Brasil pode ter causa diferente

Apesar de ser em uma proporção bem menor do que a observada nos EUA, o sumiço de abelhas também tem começado a atingir as culturas no Brasil, segundo relatos de apicultores de Minas, SP e Rio Grande do Sul.
Entretanto os pesquisadores que estudam o caso por aqui não têm certeza de que se trata do mesmo colapso que atinge os insetos americanos. De fato foi registrado um aumento da mortalidade e uma rápida diminuição das colméias, mas a maioria dos corpos é encontrada no local.
O vírus localizado pelos pesquisadores norte-americanos tampouco foi observado no Brasil, mas outros patógenos identificados por eles durante a investigação são comuns por aqui, como o o ácaro Varroa destructor e o fungo Nosema ceranae.

O primeiro é velho conhecido dos cientistas e até hoje não deu muito trabalho para os apicultores brasileiros. "Mas na pesquisa americana ele foi identificado como um facilitador do IAPV, o que merece então nossa atenção", explica o entomólogo David de Jong, do Departamento de Genética da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto.
Já o fungo Nosema causou, sim, um aumento claro de mortalidade nos últimos anos.
Jong alerta ainda para o risco de usar geléia real da China para alimentar as rainhas, como muitos apicultores brasileiros têm feito. No estudo americano foi detectada a presença do vírus no material importado.

Um ponto a favor dos criadores nacionais é que a abelha cultivada aqui é mais robusta. Conhecida como africanizada, ela é uma mistura da variante européia com a selvagem africana, que se espalhou pelo país e por todo o continente nos anos 1960.
A mistura foi um descuido do geneticista brasileiro Warwick Kerr, que na época estudava a africana e sem querer deixou alguns exemplares escaparem.
Os animais resultantes eram tão ferozes que foram chamados de assassinos. Quase foi a desgraça do pesquisador. A resistência dos híbridos hoje é sua redenção.


terça-feira, 15 de novembro de 2011

Abelha Limao - Como se defender de um ataque.


ABELHA LIMAO - Lestremelita Limao  

Esta abelha vive de pilhagem, sempre roubando alimentos de outras abelhas, trigonas e meliponas, quando vai se multiplicar invade outra colonia e se instala fazendo ali a sua nova morada, A tática de ataque e tam perfeito que a natureza deu a ferramenta nescessária para ser sempre a vitoriosa.
Esta abelha ao atacar a sua adversária, souta um cheiro igual a folha de limão, como a maioria das abelhas se orientam pelo cheiro de sua colonia e de suas irmãs, ficam confusa e acabam se atacando a si mesma, Observei este fato em um dos ataque desta abelha em Abelha Mandaçaia de meu meliponário.
Quando atacam para roubo, o ataque é rápido, e a intenção não é destruir a colonia por completo, pois pretendem voltar, para nova pilhagem. Quando é para fazer sua nova morada, é observado minutos apos o ataque, o inicio de um novo pito de entrada, este é o sinal de destruição total da colonia.

À abelha limão também sofre baixas, pois quando a mandaçaia pega com suas mandíbulas forte, praticamente atora a abelha limão no meio, só que em seguida uma de suas irmãs, não contamina pelo cheiro da ab. limão, ataca e as duas morrrem no chamado abraço da morte.

O meliponicultor pode intervir e salvar a sua abelha mandaçaia, da seguinte forma, pega a caixa que esta sendo atacada e leva a uns 10 metros do local,  abre a tampa e mata as abelhas limão, tomar cuidado para não tocar com o dedo em outra abelha mandaçaia , tampa e aguarda alguns minutos e abre novamente, pois ao abrir as abelhas limão se esconde em baixo do ninho, quando fecha com a tampa elas sobem para cima. só retorna a caixa no lugar quando não tiver abelha limão no local.

Na saida da morada desta abelha, à varios pitos em forma de dedos, e só um esta ativo, estes pitos não são para bonitos, é uma tática de defeza de predadores como formigas etc.  Se amassar o pito de saida desta abelha, logo em seguida começa a preparar outro, pois ela tem várias opções.  Como esta abelha vive de roubo, esses pitos alternativos, é indício de que realmente é uma ladra, por fazer saidas alternativas.

Abraços

Julio.

Meliponicultura - Autorizaçao Ibama Legislação 346/2004

Criação, comercialização e transporte (Resolução
Conama 346 de 2004 e Instrução Normativa Ibama 169 de
2008, Portaria Ibama 117 de 1997).
Octávio Valente - octavio.valente@ibama.gov.br
Analista Ambiental
IBAMA/DBFLO/COEFA

Resolução Conama n°346 de 2004
Disciplina a proteção e a utilização das abelhas silvestres
nativas, bem como a implantação de meliponários.
Meliponário: locais destinados à criação racional de abelhas
silvestres nativas, composto de um conjunto de colônias alojadas
em colméias especialmente preparadas para o manejo e
manutenção dessas espécies.

Art. 5 A venda, a exposição à venda, a aquisição, a guarda, a
manutenção em cativeiro ou depósito, a exportação e a
utilização de abelhas silvestres nativas e de seus produtos, assim
como o uso e o comércio de favos de cria ou de espécimes
adultos dessas abelhas serão permitidos quando provenientes de
criadouros autorizados pelo órgão ambiental competente.

* Permite a criação e comercialização

* Meliponários com menos de 50 colônias: inscrição no
Cadastro Técnico Federal

* Meliponários com 50 ou mais colônias: inscrição no Cadastro
Técnico Federal – CTF (Lei 6.938 de 1981) e autorização de
funcionamento (IN Ibama 169/08 – Sistema Nacional de
Gestão de Fauna – Sisfauna)

* Vedada a criação de abelhas nativas fora de sua região
geográfica de ocorrência natural, exceto para fins
científicos.

* Cadastro no CTF e autorização no Sisfauna: finalidades
científica, comercial, estabelecimento comercial, outras.

* Obtenção de colônias na natureza: ninhos-isca ou outros
métodos não destrutivos mediante autorização do órgão
ambiental competente (Ibama: unidades descentralizadas)
* Autorizações de transporte interestadual: unidades
descentralizadas do Ibama (sem prejuízo das exigências de
outras instâncias públicas)

Instrução Normativa Ibama 169 de 2008 e Sisfauna
Institui e normalizar as categorias de uso e manejo da fauna
silvestre em cativeiro em território brasileiro, visando atender às
finalidades socioculturais, de pesquisa científica, de conservação,
de exposição, de manutenção, de criação, de reprodução, de
comercialização, de abate e de beneficiamento de produtos e
subprodutos, constantes do Cadastro Técnico Federal (CTF) de
Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos
Naturais:
I- jardim zoológico;
II- centro de triagem;
III- centro de reabilitação;
IV- mantenedor de fauna silvestre;
V- criadouro científico de fauna silvestre para fins de pesquisa;
VI- criadouro científico de fauna silvestre para fins de conservação;
VII- criadouro comercial de fauna silvestre;
VIII- estabelecimento comercial de fauna silvestre;
IX- abatedouro e frigorífico de fauna silvestre

Regulamentação geral para criadouros de espécies silvestres
nativas e exóticas.

Meliponários com mais de 50 colônias/colméias:

Autorização Prévia: solicitação por meio do Sisfauna

Autorização de Instalação: solicitação por meio do Sisfauna e
entrega de documentação (documentação pessoa física ou jurídica,
licenciamento ambiental ou ato administrativo similar, croqui de
acesso àz propriedade, projeto técnico) na unidade do Ibama mais
próxima.

Autorização de Manejo: solicitação por meio do Sisfauna e entrega
de documentação (comprovação de responsabilidade técnica de
profissional habilitado para manejo/criação de animais - Anotação
de Responsabilidade Técnica – junto ao conselho de classe), vistoria
pelo Ibama. Taxa de R$ 400,00, se pessoa física e R$ 300,00, se
pessoa jurídica (Lei 9960 de 2000), se for criação com finalidade
comercial.

Instrução Normativa Ibama 169 de 2008 e Sisfauna
Comercialização: Portaria Ibama 117 de 1997

Portaria Ibama 117 de 1998: regulamentação geral para
comercialização de espécies silvestres nativas e exóticas, partes
e produtos.
Comercialização mediante emissão de notas fiscais
Envio de relatórios anuais (quantidade mantida, recebida e
comercializada) ao Ibama.

Octávio Valente
Analista Ambiental
octavio.valente@ibama.gov.br
Tel.: (61)3316 1675
Coordenação de Gestão do Uso de Espécies da Fauna
IBAMA/DBFLO/COEFA

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Polinizaçao

Polinização:

As flores não são simples ornamentos que embelezam as plantas, mas sim um engenhoso recurso da natureza destinado a promover a propagação das espécies vegetais. Atraídos pelo seu vivo colorido, pássaros e insetos tocam-nas, circulam de uma para outra e fazem o transporte do pólen, elemento necessário à fecundação das flores.


video


Muitas plantas produzem flores que segregam um líquido adocicado, o néctar, que atrai insetos que dele se alimentam. Ao sugar o néctar, o inseto esbarra nas anteras , elemento masculino da flor, e fica polvilhado de pólen que adere as partes de seu corpo. Na visita à outra flor, grãos de pólen caem e atingem o estigma, o elemento feminino da flor, provocando a sua fecundação. A este processo dá-se o nome de Polinização.
As células existentes no ovário da flor se desenvolvem, geram frutos e sementes que, germinando, fazem nascer novas plantas, garantindo a continuidade da vida vegetal, portanto, evidenciando a importância das abelhas.

Abelha Irai

MELIPONICULTURA - ABELHA IRAI
(Nannotrigona testaceicornis)
Texto: Waldemar Ribas Monteiro, conservacionista, membro do Departamento de Abelhas Indígenas da APACAME.

    Esta abelha é encontrada principalmente em zonas tropicais, mais especialmente, do norte do Paraná, no Brasil, até os Estados Unidos, na América do Norte.
    A origem do sei nome, como não poderia deixar de ser, vem do Tupi e significa: Ira = abelha, mel: Y = rio. O Rio do Mel, o Rio Doce.
    Abelha indígena pertencente a tribo dos Trigonini, constróem um berço real, ou seja, uma realeira na periferia dos favos de cria, para que venha nascer uma nova rainha.
    Na região nordeste é pelo nome popular de Camuengo, Mambuquinha, já no Sul é conhecida por “Jatai preta”, ou Jataí mosquito.
    Trata-se de uma abelha que mede em torno de 4mm de comprimento, é preta, possuindo pilosidade (pelos) grisalhos e asas esfumaçadas no terço apical( ponta das asas).
    Tem população considerada mediana. As colônias giram em torno de 2.000 a 3.000 elementos.
    Constróem seus ninhos nos locais mais variados, tal como muros de pedras, blocos de cimento, tijolos vazados e, com preferência, em ocos de árvores. É muito comum encontrá-las em regiões urbanas.
    É uma espécie tímida, de fácil manejo pois é muito mansa.
    Abelha de comportamento interessante, tem o trabalho de fechar a entrada da sua colônia ao cair da noite e abri-lo ao amanhecer. Esta entrada é construída  com cerume e consiste em um tubo curto de cor parda e , as vezes escuro, no qual encontramos sempre várias abelhas guardas circundando toda a circunferência do tubo.
    Seu ninho possui um exoinvólucro construído de  com um resina dura e as vezes perfurada para a entrada de ar e, também, usado para delimitar a área ocupada pelo ninho.
    Os favor têm a forma espiral e são construídos em grande quantidade. As células de cria são construídas em baterias, isto é, muitas células são preparadas simultaneamente pelas operárias e a rainha põe os ovos em seqüência.
    Os potes de alimento são pequenos, com cerca de 1,2cm de diâmetro e possui forma ovóide.
    Possui, também, um invólucro composto de várias camadas de cerume fino e claro circundando os favos para manter uma temperatura constante e ao mesmo tempo protege-las.
    Esta abelha produz grande quantidade de Própolis puro e viscoso que geralmente usa para defesa de seu ninho.
    Produz um mel de boa qualidade, porém em pequena quantidade.

domingo, 23 de outubro de 2011

Isca Pet - Futura transferencia de Abelha `` lambe olhos `` de garrafa pet.

CONVITE

Segue convite aos meliponicultores capixaba ou interessados em abelhas sem ferrão para transferência de um exame de abelhas lambe olhos de uma garrafa pet para uma caixa racional. A transferência acontecera no dia 29/10/2011 as 09:00 hs (sábado) se o tempo colaborar e claro. Fica aqui o convite, para participar e só postar sua presença neste blog. Garanto que será uma aula de conhecimento para todos.

domingo, 2 de outubro de 2011

Visita ao meliponario do amigo Marcelino - Domingos Martins

Visita feita no dia 01/10/11 ao meliponario do amigo mercelino no distrito de paraju - Municipio de Domingos Martins- ES, onde eu e o joao do meliponario capixaba ((http://meliponariocapixaba.blogspot.com/))  
tivemos contato direto com varias colmeias de abelhas sem ferrao da especie uruçu capixaba, mandaçai, jatai entre outras  que o mesmo mantem em seu meliponario.
Segue foto do amigo marcelino ao lado de uma de suas caixas estilizadas para abelha sem ferrao (ASF).










Joao ao lado da caixa gigante de uruçu capixaba lotadas de mel e propolis.


















Pontes de  mel do tamanho de um ovo de galinha da nossa abelha a ``urucu capixaba``. impressionante nao....                                    


Entradas de ninhos urucu capixaba                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                              


sábado, 17 de setembro de 2011

Jatai House - Caixas Estilizadas para jatai.

Segue abaixo algumas imagens de caixas estilizadas para jatai, otimas para serem usadas como peça decorativa de varanda.  No site da artezzini voce tambem pode acompanhar todo o processo de fabricaçao dos chales.  
ARTEZZINI
Rua Independência, nº 253
Bairro Trinta Réis
CEP: 88270-000 - Nova Trento - SC
Fone: (48) 3267-0766 / 3267-1010
E-mail:
artezzini@gmail.com 
Chalé ja totalmente montado, pronto pra receber uma colônia de jataí


Chalés para Jataí em nova versão de tonalidade e pirografia
(preço por unidade R$ 160,00, mais despesas de frete. Para consulta de preços, favor enviar CEP)


                                             Cabanas desenvolvidas para Mirins
                              (Preço por unidade, R$ 100,00, mais despesa de envio)



                                          Cabana para mirim, em tonalidade pinhão
                                                                             
Abraços a todos e boa semana.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Divisão De Abelhas Jataí - Globo Rural

Excelente vídeo nos mostrando como efetuar uma divisão de abelhas jataí.
Acompanhe o vídeo abaixo e adquira mais este conhecimento:
video



Segue abaixo outro video com modelo de caixa racional ou colmeia, muito utilizada para a criação de abelhas sem ferrão (ASF) principalmente a nossa Jataí.

video



segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Abelhas Jatai - Primeira caixa

Bom dia,
              Caros amigos iniciantes na criaçao de abelhas sem ferrao_ ASF_ e que estao com duvidas de como comecar; como ja passei por esta mesma duvida sugiro em particular que começe pela abelha jatai que é muito comum em varias regioes brasileiras e de facil captura na sua epoca de enxameaçao. Existe uma tecnica praticamente infalivel com probalidade de acerto de ate 80 % em que consiste o preparo de extrato de cera jatai e uma garrafa PET de 2 litros no qual e colocado o extrato e deixado decantando por pelo menos uns 30 dias antes da epoca de enxameaçao que varia de setembro a marco e apos este processo e feito o envolvimento da garrafa com jornal e plastico preto para que a pet fique bem escura pois e este ambeinte que as abelhas jatai procuram.

Separei alguns videos do nosso amigo nelson, no qual voce podera acompanhar todo o processo de confecçao de uma isca pet. Bom trabalho e boa sorte nas capturas de seu primeiro enxame de jatais.

Video 1




Video 2

 


Video 3



Obs :Na minha opniao os furos na Pet nao sao necessarios, pois caso ocorra alguma infiltraçao de agua de chuva podera chegar ao ninho. Entao para que arriscar nao é mesmo.